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Musicalização fortalece vínculos e contribui para o desenvolvimento de crianças e adolescentes em Sinop

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Assistência Social, desenvolve oficinas gratuitas de musicalização para crianças e adolescentes atendidos pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). As atividades ocorrem nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) Menino Jesus, Paulista, Palmeiras, Boa Esperança e no Centro de Convivência Dona Zezé, com aulas que contribuem para o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e criativo dos participantes, além de fortalecer vínculos familiares e comunitários.

A coordenadora do CRAS Palmeiras, Mariza Bertoldo, destacou que a musicalização representa uma importante ferramenta de desenvolvimento para crianças e adolescentes. “A oficina de musicalização promove o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes. É uma oficina voltada para o público de 7 a 15 anos. Os interessados em participar precisam ter o Cadastro Único atualizado. Aqui, trabalhamos disciplina, coordenação motora e a fala. É uma oficina muito dinâmica para as crianças e representa um desenvolvimento para elas mesmas”, explicou.

Mariza Bertoldo também ressaltou os benefícios da atividade para crianças mais tímidas e reforçou que as oficinas estão disponíveis em todas as unidades do município. “As mães que querem trazer seus filhos podem procurar qualquer CRAS, porque a atividade está presente em todas as unidades. As crianças que são tímidas aprendem a se expressar, a cantar e a desenvolver a coordenação motora. É um desenvolvimento maravilhoso”, acrescentou.

A oficineira Paula Nascimento afirmou que a música atua em diferentes aspectos do desenvolvimento. “Eu trabalho com musicalização e ela abrange todos os aspectos da música, como a parte rítmica e mental. A música ajuda muito. Tenho ex-alunos que já estão tocando na igreja, com a família e até trabalhando. Esse momento funciona como um complemento. Aqui já existe um trabalho com orientadores e psicólogos, e a música entra para ajudar na mente e fortalecer os vínculos com a criança”, afirmou.

A profissional também destacou a relação de confiança construída entre os alunos e os professores e os reflexos positivos da música na vida das famílias. “Muitas vezes, a criança cria confiança no professor e se abre mais. Isso faz bem para a mente, para o coração e para a alma. A música tem esse poder de alegrar as pessoas e também pode ajudar as famílias, fortalecendo o trabalho da assistência social”, completou.

Para a estudante Agatha Rosa, de 13 anos, a oficina se tornou um espaço de convivência e descobertas. “Este é o meu primeiro ano aqui e eu me sinto muito feliz. É um lugar onde você pode cantar, conversar e até desabafar. Às vezes, você chega em um dia ruim e, quando participa das atividades, faz amizades e conhece mais pessoas do bairro. Eu mesma não gostava muito de cantar, mas descobri uma versão muito boa de mim. Hoje gosto de cantar. Ainda não sei tocar muito, mas estou aprendendo a tocar violão e espero evoluir ainda mais”, contou.

Henrique Lopes, de 12 anos, disse que a atividade despertou o interesse pela música e incentivou a prática em casa. “Participo há alguns meses e gosto muito daqui. O que eu mais gostei de aprender foi tocar violão. Eu também treino em casa”, relatou.

Os interessados em participar da oficina de musicalização podem procurar o CRAS de referência do bairro onde residem. Para realizar a inscrição, é necessário possuir Cadastro Único atualizado. As atividades são gratuitas e fazem parte das ações desenvolvidas pela rede socioassistencial do município.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Jhayne Lima

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Polícia Civil de MT captura em São Paulo condenado a mais de 12 anos por estupro qualificado

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um homem de 48 anos condenado a 12 anos e seis meses de prisão por estupro qualificado. A captura foi resultado de diligências e ações de inteligência que permitiram localizar o condenado.

A captura foi realizada nesta quarta-feira (17.6), após troca de informações entre as Delegacias de Peixoto de Azevedo (MT) e Queiroz (SP).

O crime ocorreu em Peixoto de Azevedo, no ano de 2001. Desde então, o condenado encontrava-se foragido da Justiça.

“Essa prisão demonstra a capacidade investigativa e a perseverança da Polícia Civil de Mato Grosso em dar um desfecho a crimes graves, mesmo após décadas dos fatos”, destacou o delegado Thiago Pinheiro Barros, responsável pela investigação que resultou na localização e prisão do foragido.

Após a prisão, o condenado foi colocado à disposição do Poder Judiciário para o cumprimento da pena.

Investigação

O preso era procurado por participação em um estupro praticado por mais de um agente, ocorrido há 22 anos, que resultou em lesões graves à vítima.

O paradeiro do condenado era desconhecido há anos. No entanto, por meio de levantamentos investigativos, cruzamento de informações, análise de dados e monitoramento, a equipe da Delegacia de Peixoto de Azevedo conseguiu identificar sua localização no interior do Estado de São Paulo.

As diligências apontaram que o foragido residia no município de Clementina (SP) e trabalhava na zona rural de Queiroz (SP).

Após a confirmação do paradeiro do condenado, a Delegacia de Peixoto de Azevedo realizou intercâmbio de informações com a Polícia Civil paulista. Com base nos elementos compartilhados, equipes da Delegacia de Queiroz efetuaram a prisão do alvo.

O crime

O estupro foi praticado durante a madrugada de 14 de maio de 2001, em uma localidade conhecida como “Vaquejada”, no município de Peixoto de Azevedo.

Conforme apurado, três homens utilizaram violência e grave ameaça para constranger a vítima, que à época tinha menos de 16 anos, a manter conjunção carnal com os autores.

Com a prisão do foragido, todos os condenados pelo crime encontram-se em cumprimento de pena.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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