AGRONEGÓCIO
Etanol sobe pelo segundo período consecutivo no mercado paulista, aponta Cepea
Os preços dos etanóis anidro e hidratado registraram nova alta no mercado paulista, completando a segunda semana consecutiva de valorização, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O movimento reflete um cenário de maior firmeza por parte dos vendedores e fatores climáticos que impactaram o ritmo de moagem em unidades produtoras.
Chuvas afetam moagem e sustentam preços no spot paulista
De acordo com pesquisadores do Cepea, as chuvas registradas até a metade da semana anterior dificultaram as operações de moagem em parte das usinas, reduzindo momentaneamente a oferta disponível no mercado spot.
Esse cenário contribuiu para que fornecedores adotassem uma postura mais firme nas negociações, sustentando os preços dos combustíveis derivados da cana-de-açúcar no estado de São Paulo.
Demanda cresce no Centro-Oeste, mas mercado segue cauteloso
No lado da demanda, o etanol hidratado apresentou aumento nos volumes negociados nos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, indicando maior dinamismo no consumo regional.
Em São Paulo, principal mercado do país, o volume negociado permaneceu estável nas últimas duas semanas. Ainda assim, o Cepea destaca que distribuidoras seguem atuando com cautela, diante de um cenário de produção robusta de etanol e estoques superiores aos observados no mesmo período da safra anterior.
Etanol anidro tem mercado aquecido com expectativa de mudança na mistura
No caso do etanol anidro, o volume negociado no mercado spot permanece em patamar elevado há duas semanas consecutivas. Segundo o Cepea, o movimento é influenciado pela expectativa de decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) sobre o aumento da mistura de etanol anidro à gasolina.
A proposta, conhecida como E32, que eleva o percentual de etanol na gasolina, está prevista para votação nesta quarta-feira (24) e tem estimulado a movimentação dos negócios no segmento.
Mercado segue atento a fatores climáticos e decisões regulatórias
Com a combinação entre interferências climáticas na produção, demanda regional ativa e expectativa regulatória, o mercado de etanol mantém tendência de sustentação nos preços no curto prazo, enquanto agentes acompanham os próximos desdobramentos da política de combustíveis no país.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Manga: oferta limitada eleva preços da variedade Tommy ao maior patamar de 2026, aponta Cepea
Os preços da manga das variedades Tommy Atkins e Palmer seguem em trajetória de alta nas principais regiões produtoras do Semiárido brasileiro. O movimento é impulsionado pela oferta controlada da fruta no mercado interno, que tem sustentado as cotações em patamares mais elevados, segundo análises do Hortifrúti/Cepea.
Tommy atinge maior cotação do ano em 2026
De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a variedade Tommy registrou, na última semana, as maiores cotações de 2026, refletindo um cenário de menor disponibilidade e maior valorização no campo.
O comportamento de alta reforça um período considerado favorável aos produtores, especialmente em função do equilíbrio entre oferta restrita e demanda relativamente estável no mercado doméstico.
Oferta deve seguir limitada até julho
As projeções indicam que o volume de manga Tommy deve permanecer restrito no mercado interno ao menos até julho. A expectativa é de retomada gradual da oferta a partir do segundo semestre, quando a produção tende a ganhar ritmo novamente nas regiões produtoras.
Esse cenário de menor disponibilidade contribui para a sustentação dos preços no curto prazo, mantendo o mercado em ambiente de valorização.
Alta de preços pode começar a impactar demanda
Apesar do contexto positivo para os produtores, o Cepea destaca que as sucessivas altas de preços podem começar a limitar o ritmo de vendas, especialmente para as variedades Tommy e Palmer.
Com a demanda tradicionalmente mais moderada neste período, a tendência é de possível desaceleração nas próximas semanas, à medida que os preços mais elevados reduzam o apetite de compra no atacado e no varejo.
O equilíbrio entre oferta restrita e resistência da demanda será determinante para a formação dos preços da fruta no curto prazo no mercado brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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