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Assistência técnica recupera pastagens e fortalece pequena pecuária

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O acompanhamento técnico gratuito está ajudando 82 pequenos pecuaristas do sudoeste de Mato Grosso a melhorar o manejo do rebanho e aproveitar melhor as áreas já abertas. As propriedades atendidas somam cerca de 31 mil hectares de pastagens, dos quais 5 mil já receberam práticas de intensificação produtiva.

O trabalho está presente em 12 municípios e parte de um diagnóstico de cada propriedade. Técnicos avaliam o solo, o estado das pastagens, a disponibilidade de água, a alimentação do rebanho, o desempenho reprodutivo e a estrutura disponível. Com essas informações, produtor e equipe definem as mudanças prioritárias e os investimentos que cabem no orçamento.

A proposta é produzir mais na mesma área, evitando que o pecuarista precise ampliar a fazenda para aumentar a renda. O caminho pode envolver correção e adubação do solo, divisão de pastos, ajuste da lotação, melhoria da genética, organização da estação de monta e reserva de alimento para a seca.

Essa orientação ganha importância nas pequenas propriedades, onde um investimento feito no momento errado pode comprometer o caixa por vários meses. Em vez de recomendar um pacote igual para todos, o acompanhamento considera o tamanho do rebanho, a capacidade financeira da família e as condições de cada área.

O manejo das pastagens ocupa posição central. Quando o pasto perde capacidade de alimentar os animais, o gado demora mais para ganhar peso, a taxa de lotação diminui e o custo por cabeça aumenta. A recuperação gradual dessas áreas pode elevar a oferta de forragem e reduzir a necessidade de suplementação, sobretudo durante a estiagem.

A assistência também ajuda o produtor a planejar o uso da água e a alimentação do rebanho ao longo do ano. A definição antecipada de áreas para pastejo, produção de silagem ou formação de reserva reduz o risco de decisões emergenciais na seca, quando os alimentos normalmente ficam mais caros.

Além dos 5 mil hectares com manejo intensificado, as propriedades participantes mantêm mais de 22 mil hectares de vegetação nativa conservada. Os números foram divulgados pelo Programa Produção Sustentável de Bezerros, iniciado em 2019 e atualmente desenvolvido em Mato Grosso e no Pará.

A conservação não aparece separada da atividade econômica. A regularização ambiental, o controle da origem dos animais e a rastreabilidade podem ampliar o acesso dos pecuaristas a crédito e a compradores que exigem comprovação sobre a procedência do gado.

O programa também orienta os produtores na organização de documentos, no planejamento financeiro e na avaliação das linhas de financiamento. O objetivo é evitar que a propriedade aumente a produção sem calcular o custo das mudanças ou assumir dívidas incompatíveis com sua capacidade de pagamento.

Outra frente é a identificação dos animais desde a fase de cria. A rastreabilidade permite acompanhar o percurso do bezerro e comprovar que ele foi produzido em área regular. Esse controle tornou-se mais relevante com o aumento das exigências ambientais e sanitárias nos mercados compradores de carne bovina.

A iniciativa é conduzida pela Fundação IDH em parceria com a Mars, com atendimento de campo realizado pelo Instituto BioSistêmico (IBS). A orientação produtiva e gerencial é oferecida gratuitamente aos participantes. O programa já alcançou mais de mil pequenos pecuaristas desde sua criação.

Os dados divulgados até agora mostram a extensão atendida e as áreas submetidas a novas práticas, mas não apresentam uma média consolidada do aumento da produtividade ou da renda dos 82 participantes. Esses resultados dependerão do estágio de cada propriedade e do tempo necessário para que as mudanças no solo, nas pastagens e no rebanho apareçam nas contas.

A experiência, no entanto, mostra uma alternativa para melhorar a pecuária de cria sem avançar sobre novas áreas. Ao combinar conhecimento técnico, planejamento e conservação, o pequeno produtor passa a decidir com mais segurança onde investir e como extrair maior retorno da estrutura que já possui.

*Imagem: reprodução/broto.com.br

Fonte: Pensar Agro

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Obra da André Maggi já conta com 1,6 km pavimentado e avança na preparação da nova estrutura de mobilidade até a BR-163

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A obra de prolongamento da Avenida André Maggi até a BR-163, no entroncamento com a MT-423, conhecido como trevo de Cláudia, avança para uma nova etapa de execução. Cerca de 1,6 quilômetro de extensão já recebeu a pavimentação asfáltica e está sendo utilizado provisoriamente pelos motoristas. Os trabalhos avançam com os trabalhos na implantação dos sistemas de drenagem profunda e superficial ao longo do restante da via.

Considerada uma das principais intervenções de mobilidade urbana em execução em Sinop, a obra está sendo realizada em toda a extensão do novo eixo viário. Neste momento, os serviços de drenagem são fundamentais para garantir o correto escoamento das águas das chuvas e a durabilidade da estrutura implantada.

Além da pavimentação e da drenagem, o projeto prevê a implantação de ciclovia e calçada lateral em toda a extensão da via, ampliando a estrutura para diferentes formas de deslocamento e garantindo mais segurança e acessibilidade para quem utiliza o novo corredor de mobilidade.

Com investimento de R$ 19,5 milhões, a intervenção contempla ainda sinalização viária e infraestrutura de passeio público com acessibilidade. A nova ligação conecta a região do Residencial Kaiabi à BR-163, criando uma alternativa estratégica de deslocamento entre a área urbana de Sinop e a rodovia federal.

O prolongamento da Avenida André Maggi foi planejado para ampliar a capacidade de circulação e distribuir o fluxo de veículos por uma nova rota, especialmente para o tráfego que chega a Sinop pela região Norte e para os deslocamentos entre diferentes pontos da cidade e a BR-163.

Uma nova conexão para Sinop

A implantação desse novo eixo representa uma transformação na estrutura viária do município ao criar uma ligação direta com a rodovia federal. A expectativa é que a nova rota contribua para melhorar a mobilidade, facilitar o acesso a diferentes regiões e fortalecer a integração de Sinop com os municípios e áreas produtivas atendidos pela MT-423.

A estrutura também foi projetada para receber tráfego de maior intensidade, com pavimentação em CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), tecnologia adequada para suportar cargas e fluxo de veículos pesados.

Enquanto o asfalto já permite o uso provisório do trecho, as equipes continuam trabalhando para concluir as demais estruturas previstas no projeto. A drenagem, a ciclovia, a calçada e os demais componentes da obra irão complementar o novo corredor, que está sendo preparado para se consolidar como uma das principais alternativas de mobilidade e integração viária de Sinop.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Roneir Corrêa

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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