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Vacina não foi causa da parada cardíaca em criança, diz governo de SP

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O governo do estado de São Paulo informou na tarde de hoje (20) que o Centro de Vigilância Epidemiológica concluiu não haver relação entre a vacinação contra a covid-19 e a parada cardíaca que sofreu uma criança de 10 anos após ser imunizada na cidade de Lençóis Paulista (SP).

De acordo com o governo, a análise realizada por mais de dez especialistas apontou que a criança tem uma doença congênita rara, desconhecida até então pela família, que desencadeou o quadro clínico.

“O Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde informa que concluiu nesta quinta-feira (20) a investigação que descartou o evento adverso pós-vacinação na criança de dez anos do município de Lençóis Paulista. Não existe relação causal entre a vacinação e quadro clínico apresentado”, diz a nota do governo.

A Secretaria de Estado da Saúde reforçou a importância da vacinação e reafirmou que todas os imunizantes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) são seguros e eficazes.

Ontem, a prefeitura municipal de Lençóis Paulista (SP) divulgou nota oficial no início da noite  informando que havia suspendido por sete dias a vacinação infantil em razão de a criança de dez anos ter sofrido uma parada cardíaca 12 horas após ser vacinada contra a covid-19 na cidade. Segundo a família, a criança está estável e consciente.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Com baixa cobertura, vacinação contra gripe segue em São Paulo

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A cobertura vacinal contra a gripe na capital paulista está em 55%, segundo dados divulgados pela prefeitura no dia 21 de junho. Para alcançar a meta de 90%, a vacinação segue no município. Na semana passada, as doses do imunizante passaram a ser disponibilizadas para toda a população acima de seis meses de idade. Também estão disponíveis vacinas contra sarampo e poliomielite para crianças menores de 5 anos.

Os imunizantes fazem parte do calendário de multivacinação. As doses contra o sarampo são para crianças acima de 6 meses e menores de 5 anos de idade, além dos trabalhadores da saúde e pessoas nascidas a partir de 1960. As doses contra sarampo e covid-19 não podem ser aplicadas no mesmo dia no caso de crianças com idade entre 5 e 11 anos. A orientação é priorizar a vacina da covid-19 e um intervalo de 15 dias entre as doses.

Para poliomielite, estão aptas as crianças menores de cinco anos, sem histórico vacinal ou com esquema vacinal incompleto, além de adolescentes até 19 anos nas mesmas condições. Também podem se vacinar contra a poliomielite viajantes, imigrantes e refugiados de países endêmicos ou em surto, de qualquer idade, sem registro de aplicação. 

As vacinas estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas. A Secretaria Municipal de Saúde recomenda a apresentação de um documento de identificação com foto e da carteirinha de vacinação.   

A campanha de multivacinação para o público infantil disponibiliza ainda os seguintes imunizantes: tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), BCG, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), pneumo 10, rotavírus, meningo C, meningo ACWY, varicela, hepatites A e B, febre amarela, DTP (difteria, tétano e coqueluche), dupla adulto, HPV e pneumo 23. 

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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