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Turista holandesa é presa por fazer saudação nazista em Auschwitz

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Turista holandesa é presa por fazer saudação nazista em Auschwitz
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Turista holandesa é presa por fazer saudação nazista em Auschwitz

Uma turista holandesa foi presa após fazer uma saudação nazista durante visita ao  campo de concentração de Auschwitz, na Polônia. A mulher, que não teve o nome revelado, tem 29 anos, fez o gesto em frente ao portão Arbeit Macht Frei (O Trabalho Liberta, na tradução para português).

Após ser detida, a mulher foi acusada de promover propaganda nazista, crime que pode render pena de até dois anos de prisão. Neste caso, uma multa foi estipulada pela promotoria local e a holandesa concordou em pagar o montante.

A agência de notícias polonesa PAP informou que a mulher descreveu o gesto como uma “piada de mau gosto” e afirmou que estava posando para uma foto que seria registrada pelo marido.

Pelo menos seis milhões de pessoas morreram no Holocausto — a campanha da Alemanha nazista para erradicar a população judaica. No total, 1,1 milhão de pessoas foram assassinadas em Auschwitz por m período de apenas quatro anos e meio. Deste total, quase um milhão eram judeus.


Nos campos de extermínio, os presos passaram fome, trabalharam até a morte e até foram usados para experimentos por médicos. Muitos foram assassinados no complexo de câmaras de gás no campo de Auschwitz.

Fonte: IG Mundo

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Líbia: migrantes sofrem violência sexual em troca de comida, diz ONU

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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia
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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia


Os migrantes detidos na Líbia enfrentam diversos abusos, e as mulheres são especialmente vulneráveis à violência sexual e geralmente são estupradas em troca de comida e água, denunciaram funcionários da ONU nesta quarta-feira.

A missão da ONU que investiga a situação na Líbia afirmou que os migrantes denunciam ter sofrido “violências sexuais por parte dos traficantes, muitas vezes com o objetivo de extorquir dinheiro de suas famílias”.

“A missão tem motivos razoáveis para acreditar que foram cometidos crimes contra a humanidade contra os migrantes na Líbia”, destacou a missão, reiterando denúncias anteriores desse grupo de investigação.

Milhares de migrantes são detidos em centros administrados pelo Departamento da Luta contra a Migração Ilegal, cujas instalações estão controladas por grupos armados não estatais ou são retidos pelos traficantes.

Os migrantes são detidos “arbitraria e sistematicamente” e são vítimas de “assassinatos, desaparecimentos forçados, tortura, escravidão, violência sexual”, entre outros abusos.


O risco de sofrer violência sexual é tanto que “algumas mulheres e meninas colocam um implante anticoncepcional para evitar uma gravidez não desejada”, afirmaram os autores do relatório.

Uma migrante que foi detida em Ajdabiya relatou que seus captores exigiram manter relações sexuais com ela em troca da água que precisava para seu filho de seis meses que estava doente.

Em outubro, a missão da ONU denunciou que o país sofreu crimes de guerra e contra a humanidade desde 2016.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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