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Sonhos reveladores: saiba como decifrá-los

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Sonhos reveladores: saiba como decifrá-los
Redação João Bidu

Sonhos reveladores: saiba como decifrá-los

O sono é um momento especial para nosso corpo e nossa mente se “reorganizar”. Durante esse período é que arquivamos nossas memórias. É aí que entram os sonhos – fragmentos de tudo o que vivenciamos, tememos ou desejamos em nossa vida. Compreendê-los é uma forma de nos conhecermos melhor. Muitas vezes, as respostas que tanto procuramos estão guardadas em nosso inconsciente. E é por meio dos sonhos que podemos receber sinais sobre qual caminho seguir em determinada situação.

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Sonho premonitório

Esse tipo de sonho ocorre quando há uma grande carga de emoção dentro de nós. Trata-se de um alerta ou um aviso de preparação para o que o(a) sonhador(a) terá que enfrentar . Ele costuma envolver situações difíceis, doenças, problemas e, algumas vezes, até mesmo a morte. Deve ser tratado como probabilidade e não como certeza. 

Por isso, é preciso saber interpretá-lo ou procurar ajuda de especialistas para isso. Quando não é bem entendido, pode se repetir até que tenha atingido seu objetivo. Entretanto, é normal sentirmos dificuldades em compreendê-lo, pois analisamos os sonhos com uma mente diferente (consciência) daquela que os elaborou (inconsciente).

Em sintonia com o inconsciente 

Para melhorar a qualidade de seus sonhos e aumentar as lembranças deles, basta ter força de vontade e seguir as seguintes práticas:

Em primeiro lugar, respeite o seu sono. Nesta hora, é essencial que você esteja calmo(a). Evite discussões, assistir a filmes violentos, ficar estressado(a) ou ingerir álcool. Tudo isso poderá alterar o ciclo do seu sono e, consequentemente, impedir que você consiga decifrar as mensagens dos seus sonhos. 

Outra dica valiosa é meditar antes de dormir. Não há uma regra para esse exercício. O importante é que você se sinta bem e relaxado(a) por alguns minutos. Sente-se com a coluna reta e deixe os braços relaxados. Respire lentamente, prestando atenção em sua respiração. Durante a inspiração, mentalize a sintonia com o seu “eu interior”. Já na expiração, apenas controle a saída do ar.

Mantenha próximo à sua cama um caderninho de anotações e um lápis. Escreva um lembrete de que você se recordará de seus sonhos ao despertar. Por exemplo: “Vivo em total sintonia com o meu corpo e a minha mente. Meu inconsciente me ajuda a decifrar os mistérios de minha vida”.

Se você acordar no meio da noite ou logo pela manhã, fique em silêncio por alguns instantes. Nesse momento, surgirão imagens do seu sonho. Em seguida, anote tudo. Se conseguir, liste todos os detalhes e descreva seu estado emocional. Caso tenha dificuldade para lembrar, não desanime. É normal ocorrer falhas nas primeiras vezes, por isso tenha paciência e continue tentando. 

Na hora de avaliar a mensagem do seu inconsciente, analise tudo cuidadosamente. Trate de cada sonho como se fosse um quebra-cabeças. Aos poucos, você conseguirá encaixar as “peças”. Esse exercício poderá abrir seus olhos para uma nova avaliação de si mesmo(a). Será como uma luz que agirá contra seus medos, além de o(a) ajudar a completar a sua felicidade.

Os mais sonhados

Conheça algumas revelações do seu inconsciente e os números para você apostar:

ACIDENTE: pode indicar uma vontade de se livrar de algum(a) rival Se o acidente for com você, poderá receber herança. Com outras pessoas, é sinal de desrespeito. Se nada ruim acontecer no sonho, vencerá os obstáculos. Palpites: 07, 16, 23, 25, 89, 92.

ÁGUA: quando é clara e limpa, indica sucesso e prosperidade. Água turva e suja é sinal de que enfrentará problemas. Água inundando casa, revela mudança de residência. Beber água significa vitória sobre inimigos. Palpites: 03, 04, 12, 30, 57, 60.

ANIMAIS: se estavam calmos, significa que seus desejos serão realizados. Já furiosos, poderá sofrer algum ataque, mas vai superar. Palpites: 03, 12, 30, 45, 76, 98.

ASSALTO: se presenciar um é sinal de que sua situação financeira vai melhorar. Caso você esteja roubando, cuidado com gente invejosa. Palpites: 06, 15, 24, 32, 56, 60.

AUTOMÓVEL: revela vontade de realizar uma viagem ou de se aventurar. Sonhar que tem um carro é sinal de sucesso com dinheiro. Conforme a maneira de dirigi-lo, significa que você é uma pessoa disciplinada ou o contrário. Palpites: 07, 17, 20, 52, 61, 99.

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BEIJO: um beijo dado ou recebido, ganhará mais afeto. Ver pessoas se beijando, indica um amor não declarado. Beijo no rosto, sucesso amoroso. Na boca, você é descuidado(a). Beijar quem já morreu, evite comentar seus planos. Palpites: 05, 14, 33, 50, 97, 99.

CASA: quando é bonita simboliza que você está bem em todos os sentidos. Se a casa for feia, cuidado com os problemas íntimos. Palpites: 06, 17, 24, 33, 60, 94.

CASAMENTO: representa alguma insatisfação com o que você vive no momento. Palpites: 01, 13, 15, 41, 42, 44.

COBRA: sonhar com uma cobra em sua cama indica relações amorosas com pessoa infiel. Matar uma, representa vitória sobre pessoas que vinham atrapalhando seu sucesso. Se seguir uma cobra, respeite suas intuições. Se uma cobra persegue você, significa que pode conquistar uma vitória. Palpites: 03, 17, 20, 21, 30, 36.

CORRER: se você vencia uma corrida no sonho, seu esforço será reconhecido. Já perder, indica decepção por não entender seus limites. Se estiver correndo só, encontrará soluções para os problemas. Não conseguir correr significa que deve enfrentar problemas pessoais. Correr com esforço, sinal para cuidar mais de sua saúde. Palpites: 14, 23, 32, 41, 50, 95.

DINHEIRO: achar dinheiro é sinal de aborrecimentos com as finanças. Perdê-lo indica sorte, que vai receber um dinheiro. Já vê-lo significa que poderá não receber o valor que lhe é devido. Palpites: 01, 45, 47, 48, 73, 78.

GRITO: ouvir um, indica que passará por situação difícil. Querer gritar e não conseguir pode significar desgostos. Pedir socorro revela que pessoa querida corre perigo. Palpites: 06, 16, 52, 61, 70, 87.

MÃE: se sonhar com ela sorrindo, seus desejos serão atendidos. Irritada ou chorando, sinal de que você está fazendo algo errado. Se vir ela morrer ou já morta, recuperação de saúde. Sonhar muito com sua mãe, insegurança. Já sonhar pouco, bom relacionamento entre vocês. Palpites: 01, 13, 14, 16, 41, 44.

MORTE: se vir alguém já falecido morrer, indica que vai ganhar uma aposta. Ver a própria morte significa riqueza. Ver uma morte é sinal de saúde. Palpites: 08, 26, 35, 44, 77, 80.

NUDEZ: demonstra um sentimento de falta de adaptação ao mundo, por causa de uma sensação de inferioridade e de vergonha. As pessoas que têm esse sonho, podem ser insatisfeitas sexualmente. Palpites: 07, 25, 43, 45, 57, 70.

QUEDA: este sonho indica angústias. Quem cair poderá sofrer descréditos e enfrentar perigos. Para alguns estudiosos, uma mulher que sonha com queda pode estar com problemas emocionais. Palpites: 03, 12, 30, 56, 66, 80.

SANGUE: mãos manchadas de sangue revelam inveja, atritos com parentes, vizinhos e amigos. No entanto, sonhar com sangue pode anunciar modificações importantes e positivas em sua vida. Palpites: 04, 09, 22, 31, 40, 44.

SEXO: quando os órgãos sexuais aparecem em sonhos, pode indicar impotência. Se estiver mantendo relações sexuais com uma pessoa que desaprova, significa que você tem fantasias muito fortes. Já se for com a pessoa amada, deve controlar seus pensamentos. Sonhar que pertence a outro sexo, revela que terá satisfação com o par. Palpites: 09, 27, 33, 45, 53, 81.

TRAIÇÃO: normalmente, esse sonho significa insegurança. Traição de amigos corresponde a surpresas. Já a da pessoa amada, indica obstáculos. Palpites: 01, 33, 34, 36, 85, 88.

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Fonte: IG Mulher

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Carmen Costa a Ludmilla: espetáculo homenageia cantoras negras do país

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em

Bernardo Cartolano

“Vozes Negras – A Força do Canto Feminino” homenageia 13 cantoras negras que fizeram história na história da música do país

Cobrir um século da presença das mulheres negras na música brasileira não é uma tarefa fácil. Ao longo desse período, muitas se destacaram e ficaram marcadas para sempre na cultura do país – cada uma em seu período histórico e dentro de um gênero musical diferente. Agora, 13 dessas artistas serão homenageadas em seis espetáculos antológicos em “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, que estreia nesta quinta-feira (30) no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.

A vida e obra de Elza Soares, Alcione, Alaíde Costa, Ludmilla, Margareth Menezes, Iza, Sandra de Sá, Dona Ivone Lara, Clementina de Jesus, Dolores Duran, Carmen Costa, Elizeth Cardoso e Tati Quebra Barraco serão encenadas e debatidas no palco. Cada espetáculo esmiúça a vida de duas artistas (exceto no espetáculo seis, que homenageia três delas), que são separados por contexto histórico-cultural em que cada uma esteve imersa. Os episódios tem apresentação da artista Veronia Bonfim.

A divisão dos seis espetáculos é feita da seguinte forma: a era de ouro do rádio; samba, terreiro e ancestralidade; samba-canção e bossa-nova; do samba ao jazz; do soul ao afropop; e novas gerações. Cada um conta com participações especiais de cantoras (das homenageadas, Alaíde Costa, Sandra de Sá e Margareth Menezes participam) e intelectuais que participam de debates com o público na metade das apresentações.

Ao iG Delas, Menezes afirma que foi impactada pelo resultado, uma sensação que foi além da reverência que recebeu. “Assistir a essa maravilhosa homenagem feita a mim e à gigante Sandra de Sá me deixou muito feliz e emocionada”, afirma a cantora, que é homenageada ao lado de Sá no quinto espetáculo, que retrata o soul e o afropop.

Histórias de pioneirismo

O idealizador, diretor e um dos dramaturgos do projeto, Gustavo Gasparini afirma que teve a ideia de criar o espetáculo como forma de discutir a mulher negra na sociedade a partir das histórias das cantoras pretas brasileiras. A dramaturgia também é assinada pelo jornalista e realizador cultural Rodrigo França.

“Essas mulheres negras tiveram uma relevância além do talento musical e artístico de cada uma”, explica Deborah Medeiros, que assina a supervisão de representações raciais e de gênero da peça. “Elas estavam em uma posição em que não eram esperadas e só foram admitidas nesses espaços porque também existia uma excepcionalidade e conjunções históricas que tornaram possível a carreira delas”.

“Vozes Negras” busca não apenas celebrar as artistas, mas também evidenciar a trajetória pessoal de cada uma e debater sobre racismo, africanidade, feminismo negro, ancestralidade e a influência dessas estrelas dentro dos movimentos negros e na constituição da educação antirracista. Para os autores e a consultora, é também uma ferramenta política e de diálogo sobre raça.

Medeiros contextualiza que as artistas negras tinham competência, mas tinham investimentos, acessos e pagamentos diferenciados – algo que, ela afirma, pouco mudou com o passar dos anos.

“Você não tem a mesma disponibilidade das instituições e patrocínio para as artistas negras no campo da música baiana, por exemplo, como Margareth Menezes. O que difere é que hoje, dado à pressão e organização de movimentos negros em todos os campos, há uma pressão para que essas pessoas fiquem mais visíveis”, aponta

Como destaque do racismo nessas trajetórias, Gasparini cita como exemplo Alaíde Costa e Dolores Duran, homenageadas da bossa-nova, considerado um movimento cultural elitista. “O racismo que elas sofreram foi muito mais violento. No caso de Dona Ivone Lara e Clementina de Jesus, que se situam no terreiro, o racismo é menos forte porque estavam em um ambiente negro do samba; mas tem o sexismo: as famílias não curtiam que elas cantassem samba para os outros, só no seio familiar”, explica.

O diretor também destaca Elza Soares e Alcione, que são homenageadas no espetáculo sobre samba e jazz: “São histórias de mulheres poderosas, mas diferentes. Alcione talvez seja a cantora negra mais empoderada da história da música brasileira. Ela tinha uma estrutura familiar muito forte que dava segurança a ela. Elza conquistou milhões de coisas e perdeu na montanha-russa com o Garrincha. A família dela era mais disfuncional, digamos assim. Mas as duas são gigantes. É interessante ver a história delas caminhando juntas”.

França destaca Carmen Costa e Elizeth Cardoso, as damas negras da era de ouro do rádio. “Elas mexem muito comigo porque nunca negaram sua negritude em uma época que, por conta da estrutura da sociedade e da indústria, tiveram que embranquecer sua estética. Ainda temos resquícios dessa estrutura”, aponta.

“Dona Ivone Lara foi referência. Minha mãe e meu pai colocavam para a gente ouvir na vitrola de domingo. Também não dá para negar a contribuição de Margareth Menezes, essa orixá viva”, acrescenta o dramaturgo.

O reconhecimento do pioneirismo dessas mulheres também é presente. Por exemplo: Dolores Duran é considerada até hoje a mulher mais gravada da história da música brasileira, mesmo 60 anos depois da morte dela. está sempre presente. “Dolores foi a mulher que começou a compor. Tinha existido Chiquinha Gonzaga, Carmen Costa escreveu uma ou outra, mas Dolores se tornou a grande compositora”, aponta Gasparini.

França acrescenta que os espetáculos são uma oportunidade de potencializar a importância das mulheres representadas em cena. “Infelizmente, a cultura negra brasileira é invisibilizada, apagada e muitas vezes embranquecida ou que nunca tiveram seu contexto racial dito. Só é possível avançar tendo consciência das nossas raízes, que é algo relacionado às filosofias africanas”, aponta o dramaturgo. “Não dá para avançar sem se dar conta dos legados de nossas ancestrais do passado, presente e futuro”.

Para dar força a essas histórias, foi importante para os dramaturgos escolher apresentar mulheres que não são tão conhecidas pelo grande público. Gasparini aponta que cada cantora viveu momentos muito diferentes. Foi o que o motivou a chegar na organização da série e, ao mesmo tempo, reverenciar os feitos de cada uma. “Falar delas é fazer justiça num país que não tem memória”.

A atriz Vanessa Brown, que compõe o elenco da peça interpretando Sandra de Sá, afirma que é uma representação a todas as mulheres negras do país que, muitas vezes, não têm espaço para falar ou ser escutadas. “É uma honra poder participar falando dessas mulheres negras e representando com mulheres negras incríveis em cena”, aponta.

Discussão política

Em “Vozes Negras”, os debates não acontecem depois que o espetáculo acaba, mas mais especificamente no terço final das peças, de acordo com Medeiros. Gasparini se inspirou livremente no Teatro Fórum, uma modalidade elaborada pelo diretor brasileiro Augusto Boal. A contribuição mais reconhecida dele é a criação da metodologia do teatro do oprimido, que une a linguagem do teatro com ação social.

“Queria que o espetáculo fosse além do entretenimento”, explica o diretor. “Então, há uma conversa com a plateia para discutir sobre o que ela acabou de ver com uma debatedora. Se pensa sobre o legado dessas mulheres, como elas ajudaram a sociedade a caminhar, o que ainda está em falta, se as problemáticas delas ainda estão presentes ou se foram superadas”.

Djamila Ribeiro, Erica Malunguinho, Nina Silva, Erika Hilton, Patrícia Santos e Preta Ferreira são algumas das mulheres que atuarão como debatedoras com o público. “As vozes nesse momento passam a ser de uma mulher contemporânea intelectual e da plateia”, pontua Gasparini.

Medeiros complementa que há uma força ainda maior quando esse contato é feito por meio de mulheres negras. “A gente não quer falar de racismo e não quer marcar as identidades raciais. Quando o espetáculo convida mulheres negras com narrativas interessantes e dá o microfone para elas, é algo de uma potência incrível. O Brasil não está acostumado a ouvir mulheres negras nessa localização, muito menos fora”.

França acrescenta que essa interação é uma oportunidade de fazer ecoar vozes não apenas sobre os envolvidos na produção do espetáculo, mas de espectadoras e espectadores negros que têm suas vozes silenciadas devido às estruturas e questões históricas brasileiras.

O realizador cultural acrescenta ainda a influência do teatro negro do Rio de Janeiro em todo processo: “Para fazermos uma análise plena do que a sociedade é, é preciso racializar. Por mais que seja um teatro musical, ao qual muitas pessoas enxergam como entretenimento sem obrigação de provocar reflexão, esse projeto reflete sobre o papel das pessoas negras e das pessoas não negras dentro da sociedade”, começa.

“É impossível fazer qualquer análise da sociedade brasileira que não passe pela racialização, seja teatro, cultura, economia, riqueza, cinema… Se queremos discutir de uma maneira plena e responsável, é preciso racializar. É um espetáculo que, ao mesmo tempo, conta histórias de personagens e a nossa própria história”, finaliza.

Para Medeiros, existe um poder político fundamental na estrutura do teatro crítico, presente na discussão de ideias entre público e artistas, em conseguir fazer com que as informações alcancem um grande número de pessoas. Com isso, a consultora afirma que o que foi discutido é capaz de causar impacto e reflexão, mas também mudanças no entorno de quem estiver presente enquanto público.

“Falar sobre raça ainda causa impacto porque trazemos para a discussão pautas que estão muito soltas e desarrumadas. Quem sabe provocando discussões, aquela pessoa saia dali e não fique só nos aplausos, emoção ou no desfrute no espetáculo. Quem sabe possa ser transformador para que possam adotar práticas antirracistas de fato”, afirma Medeiros.

Os capítulos de “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino” são apresentados de quinta a sábado até 7 de agosto, com ingressos entre R$ 25 e R$ 150 . Todos os domingos, há transmissão pelo Teatro Sérgio Cardoso Digital, que pode ser assistida pelo site ou aplicativo do #CulturaemCasa.

Fonte: IG Mulher

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