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Skade Capital: “seguimos a mesma estratégia vencedora há 10, 11 anos”

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Skade Capital: “seguimos a mesma estratégia vencedora há 10, 11 anos”
Victor Oliveira

Skade Capital: “seguimos a mesma estratégia vencedora há 10, 11 anos”

Construir uma estratégia vencedora na bolsa e mantê-la por mais de uma década é o que muito gestor de fundos sonha. A gestora Skade, por sua vez, nasceu em um processo contrário: o fundo é que surgiu como consequência de uma estratégia vencedora, que aplicada por 11 anos, rendeu mais de 10 vezes o resultado do benchmark, o Ibovespa.

“Eu assumi essa parte, da gestão das ações, em um clube de investimentos, que começou a ir bem, foi subindo, nos últimos 10 anos, conseguimos subir 600% contra 54% do Ibovespa. Foi um belo ganho! E aí surgiu a ideia do fundo junto com o Credit Suisse”, lembra Alexandre Steinberg, co-fundador da Skade pós-graduado em administração e com larga experiência em gestão de portfólios de ações. “A Skade nasceu praticamente de parto natural”, completa.

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“Seguimos a mesma estratégia, que vem dando certo, há 10, 11 anos”, destaca Eduardo Cortez, também fundador da Skade. Ele possui experiência tanto como analista sell-side, quanto como analista buy-side. Após fazer parte da gestão do fundo Fator Sinergia, cuja especialidade consistia em ações ilíquidas/small-caps, passou um período na Inglaterra até se juntar à gestão do Skade.

Ao longo desses 10 anos, entre períodos como clube de investimento e fundo, a estratégia tem se mostrado bastante vitoriosa, razão que motivou os gestores a capitanearem não somente clientes do private Credit Suisse, mas também do varejo, em parceria com o Modalmais. “A Skade é consequência dessa estratégia de sucesso. Sem ela, não existiríamos”, lembra Eduardo. A continuidade do clube para o fundo é tão grande que a Anbima permite a utilização do histórico do clube no fundo – pode-se dizer que a estratégia é o fundo e vice-versa.

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Petrobras: Senador quer que STF investigue interferência de Bolsonaro

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Bolsonaro é acusado de interferir na Petrobras
Isac Nóbrega/PR

Bolsonaro é acusado de interferir na Petrobras

O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), apresentou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta interferência na Petrobras. A ação é motivada após o ex-presidente da companhia Roberto Castello Branco afirmar, em um grupo privado, que seu antigo telefone tinha provas que poderiam incriminar o mandatário.

Em um grupo privado de mensagens com economistas, Castello Branco diz que antigo seu celular corporativo tinha mensagens e áudios que provavam que Bolsonaro tinha interferido na Petrobras. O caso foi antecipado pelo site “Metrópoles”.

O aparelho foi devolvido à companhia após Castello Branco ter deixado a presidência da Petrobras, no início do ano passado. Na conversa, o ex-presidente não detalha quais seriam os crimes que Bolsonaro teria cometido.

No pedido ao STF, Randolfe pede, além da abertura do inquérito contra Bolsonaro, por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR), que Castello Branco preste depoimento sobre o caso e que o celular citado seja apreendido para ser periciado. O senador pede também que as mensagens que eventualmente forem encontradas sejam divulgadas.

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“Solicitamos a Vossa Excelência que se oficie ao Procurador-Geral da República para analisar a abertura de inquérito investigativo em face do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, para que esclareçam os fatos e os eventuais crimes cometidos por ele contra o erário público, com a tomada urgente de depoimento do Sr. Roberto Castello Branco, ex-presidente da Petrobras, e de Rubem Novaes, ex-presidente do Banco do Brasil, bem como a tomada das medidas acautelatórias indispensáveis ao esclarecimentos dos fatos, tais como a busca e apreensão do telefone celular indicado, a sua perícia e a imediata publicidade sobre os conteúdos que digam respeito ao caso, que contempla manifesto interesse público subjacente”, disse no documento.

Randolfe pede ainda que a apreensão do celular seja feita o mais rápido possível a fim de evitar que o conteúdo das mensagens sejam apagados.

“Tal medida acautelatória é, por pressuposto, urgente, na medida em que há real risco de iminente apagamento de todos os dados que porventura impliquem o Presidente da República em atos criminosos.”

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