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São Paulo inicia comemorações da Semana de Arte Moderna de 22

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A cidade de São Paulo escolheu o dia de hoje (25), em que faz 468 anos, para lançar programação comemorativa de um dos eventos mais representativos da capital: a Semana de Arte Moderna de 1922 – que completa o primeiro centenário no dia 13 de fevereiro.

Cem anos depois, no entanto, no lugar dos intelectuais que protagonizaram o movimento no Theatro Municipal, São Paulo abre espaço para mostrar a periferia como realizadora do “novo modernismo”.

“Em 1922, quem apresentou o modernismo foi a classe intelectual. Hoje, 100 anos depois de os modernistas reivindicarem arte verdadeiramente nossa, quem apresenta o modernismo é a periferia pujante. Não precisa ser da academia para desenvolver cultura. A cultura da periferia exala nos poros, e não só nos livros”, destaca a secretária de Cultura de São Paulo,  Aline Torres.

“Esses grandes pensadores tinham poder e dominação da fala, em 1922. Era a elite paulistana, elite brasileira, elite cultural. Hoje, quando você pára para olhar, tem a Linn da Quebrada, tem uma Gloria Groove e outros artistas vindos da periferia que estão fazendo inovação cultural”, acrescenta Aline.

Theatro Municipal

Palco da Semana de Arte Moderna de 1922, o tradicional Theatro Municipal de São Paulo estará presente nas festividades do centenário, mas, desta vez, vai dividir as atenções com outros palcos espalhados pela periferia da cidade. Segundo a secretária, a intenção é fazer o público do centro conhecer os artistas das regiões mais afastadas, e vice-versa. 

“A ideia é trazer artistas da periferia para tocar nos palcos centrais, e levar os artistas que costumam tocar nesses palcos para os da periferia. É fazer essa troca e, assim, promover de verdade, a formação de público, o fomento cultural, esse intercâmbio de cultura. A gente vai ter muita programação incrível no Theatro, mas, ao mesmo tempo, atividades mostrando o modernismo da Brasilândia [bairro da zona norte da cidade]”, acrescenta Aline

Ela destaca que a intenção de aproximação não vai ser somente geográfica, mas também de linguagem. “Quando você fala com um adolescente de ensino médio, principalmente na escola pública, ‘você sabe o que é a semana do modernismo?’, ele vai falar não, isso não é para mim, não sei o que é isso”.

“E é justamente o contrário que a gente quer, aproximar o modernismo falando linguagem da juventude, linguagem da periferia, e mostrando que ele também faz parte desse novo modernismo”.

Parte da programação dos 100 anos da Semana de Arte Moderna já está disponível e pode ser vista aqui (http://22mais100.prefeitura.sp.gov.br).

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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Funai utilizou R$ 691 milhões em ações de fiscalização em 2021

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A Fundação Nacional do Índio (Funai) empregou R$ 691 milhões em ações de fiscalização e coibição de crimes, tais como extração ilegal de madeira, atividade de garimpo, caça e pesca predatórias, e para garantir a segurança das comunidades indígenas. 

Segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, a execução orçamentária, que demonstra eficiência na aplicação dos recursos públicos, alcançou uma média de 97,7% nos últimos três anos da gestão atual. Em 2021, quase 99,5% do orçamento do Governo Federal para o órgão foi  efetivamente aplicado em políticas e ações de proteção aos indígenas. 

Mais de 30 grandes ações de fiscalização para proteção de terras indígenas foram realizadas, nos últimos três anos, em conjunto com diferentes parceiros, como Exército, Polícia Federal, Força Nacional, Ibama e ICMBio.

Vale do Javari

O governo federal também tem investido em ação de fiscalização para proteção dos indígenas e do meio ambiente na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas. Essas ações foram ampliadas em mais de 100% desde 2019 em comparação com o período de 2016 a 2018.

Nos últimos três anos, foram investidos pelo Governo Federal R$ 10 milhões no combate à extração ilegal de madeira, atividade de garimpo, e caça e pesca predatórias.

O Governo Federal ampliou também as ações para promover a saúde dos indígenas por todo o país. Os atendimentos feitos pela Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI) também foram ampliados em mais de 100%, nos últimos três anos. 

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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