65 99230 9678 | 65 3055 2070

CUIABÁ

Turismo

São Paulo 468 anos: o que conhecer na capital com roteiro de um dia

Publicados

Turismo


source
São Paulo, capital
Vanessa Bumbeers/Unsplash

São Paulo, capital

A capital mais populosa do país completa 468 anos nesta terça-feira (25) e foi listada como um dos melhores 50 lugares para se visitar em 2022 por uma revista norte-americana de turismo. Nela, São Paulo ganhou destaque pela arte, cultura, luxo, design e moda. Além disso, a publicação “Travel+Leisure” chamou a atenção para o fato de que muitos dos destinos citados, incluindo a capital paulista, possuem acomodações privadas e destinos com atividades ao ar livre, algo que interessa muito aos viajantes pós-pandemia.

Entre os vários pontos imperdíveis da cidade que nunca dorme, é possível organizar o roteiro de um dia inteiro para absorver o melhor que a capital tem a oferecer e celebrar os 468 anos de história. Para começar bem, por que não tomar um café da manhã perto da Avenida Paulista? O famoso pão na chapa ou pão com requeijão é um tópico indispensável na vida dos paulistanos. 

Nos arredores da Paulista, o que não faltam são boas padarias que oferecem essas delícias. Aproveitando que está na região, vale a pena conhecer a avenida mais movimentada da cidade, que abriga grande diversidade. Além dela, o ideal é dar uma passada pelo Parque do Ibirapuera também, que é o mais visitado no cotidiano dos moradores da capital – que, em 2017, foi o mais visitado da América Latina, com aproximadamente 14 milhões ao total. 

Além da grande área verde, o Ibirapuera oferece espaço para prática de esportes, piqueniques e relaxamento ao ar livre. Depois, o destino mais legal para curtir o começo da tarde é o Beco do Batman, reduto do grafite paulistano. Para quem é fã de arte urbana, não tem como deixar de visitar. Ele fica bem escondido nas ruelas da Vila Madalena, nas ruas Gonçalo Afonso e Medeiros de Albuquerque. Uma curiosidade interessante é que o nome aparentemente surgiu porque, nos anos 1980, um desenho do Batman apareceu do dia para noite em uma das paredes do beco.

Leia Também

(Continue a leitura logo abaixo) 

Leia Também

A essa altura, ainda há tempo de ir até a Catedral da Sé, incluindo também o centro histórico. A catedral é uma das igrejas mais emblemáticas da cidade e uma das maiores do mundo, concentrando muito da história do município. O primeiro projeto do espaço foi feito em 1591 e era chamada de “Velha Sé”, com participação ativa do cacique Tibiriçá, primeiro índio catequizado pelo padre José de Anchieta.

Desde essa época, a catedral passou por várias transformações até chegar ao que é atualmente. Perto dela, está o Pateo Collegio, onde José de Anchieta fundou São Paulo. Lá, funciona o Museu Anchieta e a Biblioteca do Padre Antônio Vieira, que contam a história da cidade. Bem pertinho dali está o bairro da Liberdade, com forte tradição japonesa, onde é possível encontrar aos finais de semana uma feira com arte oriental, além de uma vasta opção de restaurantes e lojas com artigos nipônicos.

Para complementar ainda mais o trajeto histórico e cultural, ir ao MASP é indispensável. O principal museu da capital tem um dos acervos artísticos mais importantes de todo país. O Museu das Artes de São Paulo é a principal joia paulistana para os amantes de arte. 

Ao passo em que o dia termina, por que não assistir ao pôr-do-sol no Mirante Nove de Julho? Ele fica a uma quadra da Paulista e oferece uma vista belíssima da capital. Além disso, lá também é um palco importante para manifestações culturais na cidade, incluindo música, feiras de variedades, oficinas, exposições, arte urbana, cinema ao ar livre e um maravilhoso café/bar.

Por fim, para encerrar o dia com chave de ouro, um jantar na Rua Augusta é uma boa pedida. Ela é sem dúvidas uma das ruas mais famosas da capital, além de bastante democrática e descolada. Com opções para lojas, bares, restaurantes e baladas, a Augusta nunca para. Também está perto da Paulista e é ideal para buscar por um barzinho agradável para jantar.

Fonte: IG Turismo

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Turismo

Museu subaquático em Cannes une arte e preservação da vida marinha

Publicados

em

source
Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português)
Fotos de @jasondecairestaylor

Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português)

O Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português) , foi inaugurado em Cannes, França, em fevereiro de 2021. Financiado pela Mairie de Cannes e encomendado pelo prefeito, David Lisnard, o projeto levou mais de quatro anos para ser finalizado. 

Jason deCaires Taylor é o artista à frente das peças que ficam submersas no mar. O Ecomuseu Subaquático se torna o primeiro lugar que as suas obras são instaladas no Mar Mediterrâneo, apresentando uma série de seis retratos monumentais , cada um com mais de 2 m de altura e 10 toneladas de peso.

As estátuas ficam localizadas perto da ilha de Sainte-Marguerite , uma das ilhas Lérins, ao largo da costa de Cannes. As obras são colocadas a uma profundidade entre 2 e 3 metros, e descansam em áreas de areia branca, entre os prados de gramíneas marinhas posidonias oscilantes na parte sul protegida da ilha, atmosfera característica dos mares.

A pouca profundidade e a proximidade com a costa tornam o local facilmente acessível , e as águas cristalinas proporcionam condições ideais para a prática de Esnórquel (prática de mergulho em águas rasas com o objetivo de recreação, relaxamento e lazer).

Inaugurado em um contexto de pandemia, este é o único museu que você pode acessar de forma socialmente distante, usando uma máscara de mergulho sobre os olhos em vez de uma máscara sobre a boca.

Os seis trabalhos colocados na água são baseados em retratos de membros locais da comunidade , abrangendo uma gama de idades e profissões, por exemplo, Maurice, um pescador local de 80 anos e Anouk, um aluno de nove anos da escola primária.

Cada rosto foi significativamente aumentado e secionado em duas partes, a parte externa se assemelha a uma máscara. O tema das máscaras se conecta com a história da Île Sainte Marguerite, bem conhecido como o local onde o Homem com a Máscara de Ferro foi aprisionado pelo rei Luís 14 no século 17.

“A máscara também é uma metáfora para o oceano: de um lado, ela mostra força e resiliência; do outro, fragilidade e decadência. Da terra, observamos a superfície, calma e serena, ou poderosa e majestosa, no entanto, abaixo da superfície está um ecossistema frágil e perfeitamente equilibrado, um que tem sido continuamente degradado e poluído ao longo dos anos pela atividade humana”, argumenta o artista em seu site.

Antes das peças serem colocadas no mar, a localização das esculturas era em uma área de infraestrutura marítima em desuso.

Além disso, o projeto realizou uma limpeza significativa do local, removendo destroços marinhos como motores antigos e tubulações para criar um espaço para a instalação das obras de arte que foram especificamente projetadas, usando materiais de Ph neutro e aço inoxidável 316 , para atrair a fauna e flora marinhas, ajudando a área a rejuvenescer e florescer. A cada temporada, o museu vai ganhando novas formas e texturas, de acordo com a evolução de algas e outros seres marinhos no local. 

O local agora foi isolado de barcos, tornando-o seguro para mergulhadores e evitando danos por âncoras aos prados de ervas marinhas, área de habitat vital referida como os pulmões do oceano para a vasta quantidade de oxigênio que produz.

Como todos os seus projetos, Jason pretende chamar a atenção para o mar como uma biosfera frágil em urgente necessidade de proteção. Isso porque o artista tem outros museus subaquáticos de sua autoria espalhados pelo mundo, como o Museu de Arte Subaquática (Musa) , no México; Parque de Esculturas Submarinas de Molinere , em Granada; Museu Atlântico , na Espanha; Museu de Escultura Subaquática Ayia Napa (Musan) , no Chipre e o Museu de Arte Subaquática (Moua) , na Austrália. Além de outras instalações solos relacionadas ao ambiente aquático.

Para visitar o museu, é preciso de uma máscara de esnórquel, caso contrário não verá muito. Mas se não tiver, pode encontrá-los nos supermercados ou nas lojas próximas da região.

Acompanhe o  iG Turismo também pelo Instagram e receba dicas de roteiros e curiosidades sobre destinos nacionais e internacionais.

Fonte: IG Turismo

Continue lendo

MAIS LIDAS