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Santander abre agências neste sábado (22) para renegociação de dívidas

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Santander abre agências neste sábado (22) para renegociação de dívidas
Fernanda Capelli

Santander abre agências neste sábado (22) para renegociação de dívidas

Neste sábado (22), mais de 3 mil agências do Santander estarão de portas abertas para que os clientes possam renegociar suas dívidas. Entre às 10 e às 14 horas, o banco realiza a campanha “Desendivida Santander” e oferece condições especiais para os inadimplentes. São elas:

Para pessoas físicas

Quem está com dívidas atrasadas poderá renegociá-las com desconto de até 93%. Também será possível unificar todas as dívidas em uma única parcela e começar a pagar em até 60 dias.

O Santander também oferecerá aos clientes a opção de “pular” até duas parcelas de seu empréstimo ou financiamento. Além disso, permitirá renegociar o financiamento com o prazo de até 90 dias para começar a pagar.

Clientes com imóveis ou veículos quitados poderão contratar crédito com taxa de 0,95% e 1,43% ao mês, respectivamente, e também pagar em até 60 dias.

Aqueles que estão no vermelho também terão a possibilidade de contratar crédito especial e crédito consignado com até 60 dias para começar a pagar.

Para empresas

Pessoas jurídicas poderão renegociar suas dívidas, unificá-las em uma única parcela ou ainda contratar capital de giro e começar a pagar em até 60 dias.

Também será possível escolher receber em até um dia útil os valores das vendas feitas com cartão e antecipar os das vendas feitas com cheques pré-datados ou duplicatas.

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Quem precisar de limite extra poderá contratar conta garantida e pagar apenas o que utilizar.

Desendivida Santander

Para divulgar o lançamento da campanha “Desendivida Santander”, o banco apostou em três vencedores do BBB (Big Brother Brasil) que acabaram perdendo todo o dinheiro do prêmio: Rodrigo Cowboy (BBB 2), Dhomini Ferreira (BBB 3) e Max Porto (BBB 9).

Rodrigo e Dhomini faturaram R$ 500 mil cada um com a vitória no programa. Max, por sua vez, levou para casa R$ 1 milhão. Eles estrelam vídeos diferentes e convidam os endividados a quitarem suas dívidas junto ao Santander.

“O acaso mudou a minha vida, mas hoje nem casa eu tenho. Ganhei dinheiro, mas perdi tudo tentando fazer negócio. Quando as contas não fecham, o pessoal fica sabendo, e muitas portas também se fecham”, comenta o vencedor da segunda edição do reality.

“Ganhei R$ 500 mil em um reality show 19 anos atrás e perdi tudo em alguns empreendimentos que deram errado. Quer realidade mais brasileira do que essa?”, diz o ex de Sabrina Sato no comercial.

Max, por sua vez, afirma: “Muita gente sabe como eu ganhei R$ 1 milhão, mas nem todo mundo sabe como eu deixei de ter esse 1 milhão. Decisões erradas, falta de orientação… Torrei boa parte dessa grana achando que estava fazendo o certo”.

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Chance da inflação estourar teto da meta é ‘próxima de 100%’, diz BC

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Banco Central vê altas chances de estouro do teto da meta da inflação
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Banco Central vê altas chances de estouro do teto da meta da inflação

O Banco Central (BC) calcula uma probabilidade “próxima” de 100% para o estouro da meta de inflação neste ano, de acordo com o Relatório Trimestral de Inflação divulgado nesta quinta-feira (30).

A meta deste ano é de 3,5% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o BC não vê chance da inflação neste ano ficar abaixo de 5%, o teto desse intervalo.

Na última previsão da autoridade monetária, a inflação terminaria o ano de 2022 em 8,8%. A prévia da inflação de junho chegou a 12% no acumulado dos últimos doze meses, de acordo com o IBGE.

Em março, na última edição do Relatório Trimestral de Inflação, o cálculo era de uma chance de 88% de estouro da meta.

A legislação prevê que caso a inflação fique fora do intervalo de tolerância, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, precisa escrever uma carta para o ministro da Economia explicando as razões e o que a autoridade monetária fará para evitar um novo estouro.

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Campos Neto já escreveu uma carta dessa, enviada no início deste ano para o ministro da Economia, Paulo Guedes. O texto justificava o porquê da inflação em 2021 ter ficado em 10,06%, quando o centro da meta era de 3,75%.

Combustíveis em alta

De acordo com o relatório, os principais fatores que elevaram as revisões de inflação são a alta nos preços de petróleo, atividade econômica mais forte do que o esperado, além do crescimento nas expectativas de inflação e da inflação observada pelo IBGE. Também há pressão do setor de serviços e de bens industriais.

O documento destaca a inflação dos preços livres, que deve se reduzir ao longo do tempo por conta das altas de juros e também dos preços administrados.

“Entre os preços administrados, destacam-se, como itens inflacionários para 2022, combustíveis, produtos farmacêuticos, plano de saúde, emplacamento e licença e taxa de água e esgoto; atua em sentido contrário energia elétrica em função do comportamento das bandeiras tarifárias e da incorporação de estimativa dos efeitos do Projeto de Lei nº 1.280/2022”, aponta o relatório, citando o projeto que determinou a devolução de tributos para os consumidores.

Chance maior em 2023

Além disso, o BC também elevou a probabilidade de estouro da meta de inflação em 2023, apesar de ainda estar baixa.

O relatório aponta chance de 29% de que o IPCA fique acima de 4,75% no ano que vem, o teto da meta de 3,25%. No relatório de março, a probabilidade era de 12%.

Já a chance da inflação em 2023 ficar abaixo do piso da meta, de 1,75% ao ano, é de 5%, de acordo com o BC.

A previsão do BC é que a inflação fique em 4% no ano que vem. Em entrevista na semana passada, Roberto Campos Neto e o diretor de Política Econômica do BC, Diego Guillen, afirmaram que a estratégia de política monetária atual é que a inflação fique “ao redor” de 4%, ressaltando que seria um número abaixo desse patamar.

Para 2024, quando a meta será de 3%, o BC calcula probabilidade de 19% de ficar abaixo do piso e 10% de estourar o teto.

Fonte: IG ECONOMIA

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