65 99230 9678 | 65 3055 2070

CUIABÁ

BRASIL

PT procura diminuir o número de debates eleitorais, diz jornalista

Publicados

BRASIL


source
PT procura diminuir número de debates eleitorais, diz jornalista
Reprodução

PT procura diminuir número de debates eleitorais, diz jornalista

Partido dos Trabalhadores (PT) – que lidera as pesquisas presidenciais com o  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – passou a defender uma diminuição no número de debates eleitorais.

Caciques da sigla afirmam que a quantidade de debates televisionados é ‘enorme’ e pode crescer ainda mais nos próximos meses. Com isso, os dirigentes acreditam que esse acréscimo resultará numa diminuição do tempo para campanhas de rua e viagens pelo Brasil.

Nos últimos debates presidenciais, em 2006, o ex-presidente faltou ao último debate do primeiro turno realizado pela Rede Globo. A ausência do metalúrgico foi explorada por seu principal adversário, o então candidato  Geraldo Alckmin – hoje, seu provável vice na chapa presidencial.

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, o partido já solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oito inserções de televisão entre os dias 12 de maio e 20 de junho. A intenção é reforçar a pré-campanha de Lula.


O principal lema da sigla será a “felicidade” e o “orgulho” do país nos anos em que o partido governou o país.

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

BRASIL

PF prende ‘coiote’ que intermediou imigração de brasileira morta

Publicados

em

Anderson Jerônimo intermediou a imigração ilegal de Lenilda dos Santos, morta na fronteira entre EUA e México
Reprodução – 30.06.2022

Anderson Jerônimo intermediou a imigração ilegal de Lenilda dos Santos, morta na fronteira entre EUA e México

A Polícia Federal prendeu um homem de 38 anos suspeito de ter intermediado a imigração ilegal da brasileira Lenilda Oliveira dos Santos, encontrada morta em uma área desértica na fronteira entre os Estados Unidos e o México, em 15 de setembro do ano passado. O GLOBO apurou que o investigado é Anderson Jerônimo de Souza, conhecido como “Piscuila”. Em depoimento, nesta terça-feira, ele admitiu participação no tráfico de pessoas.

Detido na cidade rondoniense de Ouro Preto do Oeste, Piscuila atuava na organização da viagem das vítimas, no Brasil, e fazia contato com os coiotes mexicanos. O investigado está em prisão preventiva e é suspeito de promoção da imigração ilegal e de homicídio com dolo eventual, pela morte de Lenilda.

A enfermeira brasileira tinha 49 anos quando foi abandonada por coiotes e outros imigrantes que tentavam entrar nos EUA atravessando o deserto à pé. Enquanto esteve sozinha, Lenilda enviou áudios para a família.

Nas mensagens, ela tentava mostrar otimismo e acreditava que seus colegas voltariam para buscá-la, conforme prometeram. Mas sua voz demonstrava que estava debilitada. “Eu estou escondida. Manda ela trazer uma água para mim, porque não estou aguentando de sede”, diz em uma das mensagens.

“O suspeito [Anderson] sabia que as pessoas tinham que andar cerca de 65 km no deserto, ele sabia que isso não é fácil, sabia que colocava as pessoas em risco de vida. Então acredito que cabe o homicídio com dolo eventual, mas quem vai denunciar é o MP [Ministério Público]”, explicou o delegado Lucas Ferreira Dutra.

Contatos no México

Uma tentativa frustrada de imigração ilegal para os EUA colocou Piscuila na rota do tráfico de pessoas. O investigado afirmou ter tentado entrar no território americano em 2016, mas foi pego pelas autoridades locais e mandado de volta ao Brasil. Desde então ele manteve contato com os coiotes mexicanos.

No ano passado, quatro brasileiros também foram barrados quando tentavam atravessar a fronteira entre os dois países. Piscuila então usou seu contato com os coiotes para desembaraçar a situação. O sucesso desta operação fez com ele ganhasse notoriedade em Rondônia.

Em depoimento, Piscuila afirmou ter começado a intermediar imigração ilegal em 2021. Ele assumiu ter enviado “15 ou 16” pessoas para os Estados Unidos, recebendo cerca de US$ 1 mil por cada vítima. Ao todo, cada imigrante pagava por volta de US$ 22 mil, mas a maior parte do dinheiro era entregue aos coiotes no México.

Piscuila disse que operava sozinho no Brasil, mas tinha outros dois envolvidos no esquema, ambos no México: um é brasileiro e o outro mexicano. No entanto, ele conhecia esses interlocutores apenas pelo primeiro nome, o que dificulta o avanço das investigações.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG Nacional

Continue lendo

MAIS LIDAS