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Priscilla Alcântara rebate fala homofóbica de Bruna Karla: ‘Podre’

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Cantora Priscilla Alcântara
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Cantora Priscilla Alcântara


Priscilla Alcântara rebateu as declarações homofóbicas da cantora gospel Bruna Karla, que disse ter se recusado a cantar no casamento de um amigo gay. Em conversa com Rafa Uccman e Lucas Guedez no “PocCast”, a cantora descreveu a fala como “podre” e trouxe a própria visão sobre como enxerga a fé. 


“É muito triste, é podre, é errado em muitos níveis. É um exercício básico que eu faço, quando eu vou abrir a boca, a minha preocupação não tem que ser emitir a minha opinião. Primeiro que a opinião não foi feita para ser dada, ela foi feita para você ter. Você só dá a sua quando te pedem”, iniciou. 

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“Quando você vai falar, você tem que fazer o exercício de sempre pensar em como a sua fala vai atingir o próximo […] O que eu acredito é que eu tenho que ter cuidado em como as coisas que eu falo vai refletir sobre a sua vida. Esse é o cerne da minha fé. Acho que é sobre isso quando Deus fala para amar o próximo como a ti mesmo”, seguiu. 

Priscilla continuou descrevendo a declaração como “completamente infeliz” e algo “inadmissível”: “Na sociedade que a gente vive, pessoas da comunidade morrem por ser quem são. Vou falar de uma forma metafórica, mas eu não vivo a minha fé dessa forma, enquanto eu adoro a Deus eu mato alguém, seja com a minha palavra ou até de um jeito literal. Não existe, isso não reflete o Deus que eu acredito”.

“Em tudo o que você faz e fala, você tem que pensar em como isso vai atingir o seu próximo, esse tem que ser o cerne da sua fé e do amor. Opinião, guarda. E, se for dar, o ponto não é dar a sua opinião, o ponto é em que isso impacta a vida do próximo. Eu vou dar vida para ele com aquilo que estou falando ou morte para ele? As minhas palavras vão te matar ou vão te trazer vida? Vão te fazer sentir amado ou vão te desumanizar?”, complementou.

Veja um trecho da entrevista abaixo: 


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Fonte: IG GENTE

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‘All Star Shore’: Marina e Rick apimentam reality internacional

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Marina Gregory e Ricardo Salusse intergam elenco do reality internacional
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Marina Gregory e Ricardo Salusse intergam elenco do reality internacional “All Star Shore”

Os amantes de reality já podem comemorar! O motivo? O Paramount+ lança a primeira temporada do “All Star Shore” na quinta-feira (30). O programa junta diversas personalidades polêmicas dos realities mais famosos do mundo. Para representar o Brasil na competição internacional, o programa convocou Marina Gregory e Ricardo Salusse.

Veterana de reality, Marina Gregory conquistou a fama ao se tornar a primeira campeã do reality da Netflix “The Circle Brasil”, em 2020. Após alcançar o topo no programa de competição, a carioca se aventurou na curtição da segunda temporada do “De Férias com Ex: Celebs”. Conhecida por “mandar a real”, Marina é uma boa aposta para apimentar o novo reality.

O influenciador Ricardo Salusse, integrante do “Rio Shore”, versão do programa que adotou o cenário carioca, também está escalado. Para ele, a pegação é que dita as regras do jogo e isso ficou claro após o participante beijar o ‘chefe’ da segunda temporada do “Rio Shore”, o Rico Melquiades.

Conhecida por não ter ‘papas na língua’, Marina reconhece que teve uma participação polêmica no “De Férias com Ex”. No novo reality, as expectativas refletem a energia do passado.

“Imagina você juntar vários outros realities, com várias personalidades diferentes, pessoas do mundo inteiro, culturas diferentes também. Foi uma experiência incrível. Acho que eu e Ricardo, a gente trouxe essa pimenta do Brasil lá para dentro, a cerejinha do bolo e foi incrível”, aponta.

No trailer divulgado pelo Paramount+, os telespectadores mais ansiosos conseguem visualizar o que o reality traz nessa temporada. No curto vídeo, Marina é filmada no meio de uma discussão com Chloe. Durante a briga, a brasileira arremessa o líquido que tem na taça em direção a veterana do “Geordie Shore”.

“Eu tenho muito disso, de deixar a vida me levar. Eu vivi aquele reality como se não houvesse o amanhã e vocês viram aí né?”, comenta aos risos.

Além de brasileiro, Rick também abre a discussão da representatividade LGBTQIA+ nos realities de pegação. O participante comparou a experiência do Shore com a de outros programas de confinamento. 

“No ‘Rio Shore’, que a gente fez na rua mesmo, […]  a gente podia ir para balada, podia ir para festas, já foram outros ‘quinhentos’. Porque eu mesmo chegava na pessoa chamava assim e partiu. Aí já vai no talentinho do pai, agora, realmente quando vivemos na bolha, no fechado, já é uma coisa mais complicada. Mas assim, já estamos botando o pé na mesa. Estamos aí abrindo espaço, mostrando que a gente veio para isso mesmo, botar a cara a tapa”, reflete. 

Na nova participação, Marina e Rick são obrigados a conviver com outros participantes de realities, entre eles Angelina do “Jersey Shore”, Chloe do “Geordie Shore”, Gianinna do “Casamento às Cegas: EUA” e Karime e Caballero do “Acapulco Shore”.

Com o intercambio cultural, alguns perrengues também acontecem, como uma dificuldade na hora de se comunicar. “O pior é o sotaque. O sotaque do pessoal do Geordie, nossa senhora”, comenta Rick. “[Eles] falam muito cantado, mesmo a gente tendo inglês fluente, às vezes, quando a gente falava com eles [era difícil entender]”, completa Marina.

“Depois, quando elas falavam uma palavra eu entendia e pegava o contexto. Aí, conforme a gente ia acostumando e também foi melhorando”, relata.

Além da diferença linguística, Marina e Ricardo também tiveram que lidar com os esteriótipos criados do brasileiro. Os participantes contam que precisaram atravessar pela desinformação dos colegas gringos.

“Não senti tanto levando para o mal caminho, mas foi assim, uma falta de informação da parte deles, sobre o que era o Brasil, como a gente vive, perguntas do tipo ‘se a gente vive no meio da Floresta’, ‘Que idioma vocês falam’, essas coisas assim, mas é um estigma básico que a gente está acostumado a conviver”, analisa Ricardo.

“A gente tentou tirar um pouco dessa [falsa idealização], explicar realmente para eles como que é o Brasil, como que é de verdade. Mostramos um pouco da nossa cultura também”, completa Marina.

No meio de diversas nacionalidades, Marina e Ricardo acabaram se aliando aos vizinhos latinos. A dupla conta que as semelhanças favoreceram a conexão. “A gente ficou bem envolvido, a gente ficava brincando ser a ‘Latino Gang’”, declara Rick.

“Latino Gang foi muito importante pelo simples fato de que a cultura é praticamente a mesma. É muito parecida, então, ali já traz aquele calor humano, aquele coração quentinho do nosso país. Penso que nós reforçamos muito essa ‘Latino Gang’ que ficou para sempre”, entrega Marina.

Na segunda temporada do “Rio Shore”, Ricardo e o vencedor de “A Fazenda 13”, Rico Melquiades, tiveram um breve envolvimento. Questionado se o affair o teria apoiado na nova empreitada televisiva, Ricardo revela a estratégia.

“Zíper na boca! Eu não falo nada para ninguém, o pessoal só descobriu quando saiu a divulgação. Eu não falei nada para ninguém […] E quem tem que me apoiar sou eu mesmo”, completa.

Apesar de não ter comentado com Rico a novidade do “All Star Shore”, Ricardo avalia a participação no “De Férias com Ex” e outros realities com o vencedor de “A Fazenda”. “Eu iria. Me chamando, eu vou para qualquer lugar”, comenta.

Animada para a estreia do programa, Marina deseja que o reality seja renovado para uma nova temporada. O primeiro episódio de “All Star Shore” estreia na quinta-feira (30), no Paramount+, e às 23h do mesmo dia, na MTV.

Fonte: IG GENTE

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