Policial
Polícia Civil alcança índice de 69,12% de resolução de homicídios na Região Metropolitana
Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT
A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), unidade da Polícia Civil responsável pelas investigações de homicídios na Região Metropolitana de Cuiabá, encerrou 2021 com um índice de resolutividade de 69,12% dos inquéritos policiais. Juntas, as duas cidades registraram 81 homicídios dolosos, o menor número dos últimos 20 anos na região Metropolitana da Capital, que tem uma população de quase um milhão de habitantes.
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Conforme dados de homicídios reunidos nos últimos anos e considerando a série histórica que vem sendo estudada pela DHPP desde 2008, o ano de 2014 foi o que registrou mais homicídios, com 470 assassinatos. No comparativo de 2020 com os números do ano passado, a redução na Região Metropolitana foi de 39,55%.
Considerando apenas a cidade de Cuiabá, que registrou 45 homicídios no ano passado e 82 no ano anterior, o decréscimo foi ainda maior, de 45,12%. Já em Várzea Grande, a redução ficou em 30,77%, com 36 mortes dolosas registradas no ano passado contra 52 em 2020.
Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (20.01) à imprensa pelo delegado titular da DHPP, Fausto Freitas, que pontuou a integração da equipe da unidade especializada, que conta atualmente com seis delegados para a investigação de homicídios consumados, dois na apuração de tentativas de homicídio e um profissional que coordena o Núcleo de Pessoas Desaparecidas.
“A delegacia alcançou a marca de resolutividade em quase 70% dos homicídios dolosos cometidos no ano passado, um número acima da média nacional e que nos impulsiona a fazer o melhor a cada ano”, destacou Fausto, destacando que a redução dos homicídios é um trabalho integrado, que tem a repressão como prevenção e alcançou, desta forma, um índice de 7,2 mortes a cada 100 mil habitantes em Cuiabá, número que está dentro dos padrões aceitáveis considerados pela Organização das Nações Unidas.
“Temos também um trabalho de excelência na área de inteligência e a eficiência da aquipe da delegacia. “Desta forma, a poulação compreeende que o autor do crime contra a vida será responsabilizado e punido”.
A Delegacia de Homicídios instaurou 121 novos inquéritos e concluiu 204 que incluem casos referentes a anos anteriores ocorridos nas duas. Do total de investigações concluídas, 141 delas tiveram a autoria criminal identificada.
Núcleo de Pessoas Desaparecidas
O núcleo atua na apuração de desaparecimento de pessoas na Região Metroplitana e obteve no ano passado uma taxa de 93,15% de localização. Significa que dos 728 registros de desaparecidos em Cuiabá e Várzea Grande, 658 foram localizados no ano passado.
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O NPD também auxilia delegacias do interior do estado e foi responsável pela criação de um banco de dados virtual que reúne ionformações de pessoas desaparecidas no estado, que tiveram o registro realizado na Polícia Civil.
Mortes a mando de facções
No ano passado, a DHPP organizou e reuniu em um mesmo cartório da unidade policial todas as investigações cujos indícios apontam para o envolvimento de integrantes de organizações criminosas.
O trabalho foi adotado para otimizar a atuação das equipes policiais na apuração de homicídios consumados relacionados ao mesmo grupo criminoso o que, na opinião do delegado titular da DHPP, Fausto Freitas, auxilia a polícia a entender melhor como agem esses criminosos e como a força policial pode trabalhar para esclarecer os crimes e chegar às prisões dos autores.
“O núcleo operacional criado para atuar especificamente nesse tipo de investigação consegue, desta forma, fazer um enfrentamento mais qualificado ao tipo de homicídio praticado, unindo informações que às vezes estavam espalhadas em outras equipes. Com todas concentradas em uma única equipe, é posível identificar as ligações entre vários crimes ocorridos, conhecendo as regiões, locais de ocorrência, quem está por trás”, reforçou Fausto.
A sociedade pode colaborar com o trabalho da DHPP por meio de denúncias, que podem ser feitas pelo telefone 197 ou diretamente no (65) 3901-4825.
Policial
Prefeitura de Sinop abre UCT neste sábado (6) para reforçar estoque de sangue
A abertura em sábados selecionados passou a ocorrer em junho deste ano, após avaliação da Secretaria de Saúde sobre a dificuldade enfrentada por muitos trabalhadores para comparecer de segunda a sexta-feira. Com horários adicionais, a gestão busca elevar o número de doações e garantir estabilidade ao banco de sangue que atende unidades de saúde de Sinop, municípios vizinhos e até hospitais da capital.
O secretário municipal de Saúde, Érico Stevan, destacou a relevância da medida para atender à população e fortalecer o serviço. “A população fez esse pedido ao prefeito Roberto Dorner e ao vice Paulinho e adotamos esse atendimento estendido em alguns sábados. Ações como essa mostram nosso compromisso em cuidar das pessoas. Abriremos neste sábado para facilitar a vida de quem deseja doar e não consegue durante a semana. É uma forma de acolher a população e reforçar a importância da doação de sangue”, explicou.
O estoque atual da UCT está em nível crítico e todas as tipagens sanguíneas apresentam baixa disponibilidade. A unidade, que fica localizada na Rua das Amendoeiras, no Setor Comercial, anexa ao Hospital Regional, mantém papel essencial no atendimento de emergências, cirurgias e tratamentos contínuos que dependem do fluxo regular de doadores.
Para doar, é necessário apresentar documento oficial com foto e informar o CEP de residência. Podem doar pessoas entre 16 e 69 anos, com peso acima de 51 kg, em boas condições de saúde e que tenham dormido pelo menos seis horas na noite anterior. Não é permitida a ingestão de bebidas alcoólicas ou o uso de drogas ilícitas nas 24 horas anteriores. Menores de idade só podem doar com autorização e presença dos responsáveis, enquanto pessoas acima de 60 anos devem já ter doado pelo menos uma vez antes dessa idade.
A UCT reforça que quem passou por cirurgia de grande porte nos últimos seis meses, ou de pequeno porte nos últimos três meses, não pode doar. O mesmo vale para quem realizou procedimentos odontológicos recentes, gestantes, mães em período de amamentação e pessoas que passaram por parto normal nos últimos três meses ou cesariana nos últimos seis meses. Sintomas gripais ou febre nos últimos sete dias também impedem a doação.
Há prazos específicos para quem recebeu vacinas. A vacina contra a gripe exige espera de 48 horas para a doação. Para imunizantes de vírus ou bactérias vivos, como sarampo ou febre amarela, o intervalo recomendado é de quatro semanas. O uso de medicamentos deve ser informado à equipe de triagem, que avaliará cada situação.
As coletas acontecem por ordem de chegada, sem necessidade de agendamento. Para orientações adicionais, dúvidas ou informações sobre requisitos, a UCT disponibiliza atendimento pelo whatsApp (66) 99292-2634.
Fonte: Prefeitura de Sinop – MT
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