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Plano Estadual de Segurança Rural será desenvolvido no Espírito Santo

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Nesta segunda-feira (24) ocorreu a primeira reunião para a construção do Plano Estadual de Segurança Rural, demanda urgente solicitada pela Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (FAES), e demais órgãos que representam os produtores rurais, ao Governo do Estado.

A reunião, em formato online, reuniu o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Alexandre Ofranti Ramalho, o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (SEAG), Paulo Foletto, o presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), Mário Louzada, o presidente da FAES, Júlio Rocha, o vice-presidente da FAES, Wesley Mendes, o presidente da Associação Agricultura Forte, João Bayer, e os presidentes dos Sindicatos Rurais de Pinheiros, Domingos Martins e Jaguaré, Érico Orletti, Alberto Potin e Jarbas Nicoli Filho, respectivamente. 

“Os furtos e roubos em propriedades rurais se multiplicam exponencialmente e precisamos dar respostas efetivas em favor da segurança das famílias rurais”, destaca o presidente da FAES, Júlio Rocha. 

O vice, Wesley Mendes, pontuou a necessidade de um trabalho conjunto para se obter resultados positivos no campo. “Se as ações não forem integradas, coletivas e em parceria com o Governo do Espírito Santo, estaremos cada um atirando para um lado enquanto bandidos humilham os produtores rurais e suas famílias”. 

Fonte: CNA Brasil

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Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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