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Peru declara emergência ambiental após vazamento de petróleo na costa

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Autoridades decretaram emergência ambiental
REPRODUÇÃO / GOOGLE MAPS

Autoridades decretaram emergência ambiental

Neste sábado (22), o governo do Peru declarou emergência ambiental por 90 dias úteis na área costeira que foi atingida pelo vazamento de seis mil barris de petróleo há uma semana. O derramamento de óleo ocorreu após um tsunami gerado pela erupção de um vulcão na região de Tonga, no oceano Pacífico .

As autoridades do país, agora, pretendem realizar “trabalhos de recuperação e remediação” para diminuir os danos.

Os barris de petróleo teriam vazado devido à violência das ondas, enquanto eram descarregados de uma embarcação da empresa espanhola Repsol na refinaria La Pampilla, em Ventanilla, 30 km da capital Lima.

As correntes marinhas, então, espalharam o óleo ao longo da costa, afetando 21 praias no total. O Ministério da Saúde do país recomendou que os locais não sejam frequentados por banhistas.

A empresa entregou um plano de contenção ao governo peruano e espera concluir a limpeza das praias e áreas afetadas até o final de fevereiro. Segundo relatório divulgado na última quinta-feira (20), o órgão de controle ambiental do país calculou que 1,7 milhão de metros quadrados de solo e 1,2 milhão de metros quadrados no mar foram afetados.

Além do vazamento, duas mulheres morreram afogadas no litoral do Peru após o tsunami . As vítimas estavam circulando perto da praia dentro de um veículo, quando ele foi arrastado pela água. O motorista conseguiu sair do carro, mas a esposa e outra jovem morreram.

Fonte: IG Mundo

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Túmulos de quatro crianças astecas são descobertos no México

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 No coração do centro histórico da Cidade do México, arqueólogos mexicanos descobriram onde quatro crianças astecas foram sepultadas cerca de cinco séculos atrás.

Arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História do México encontraram os esqueletos dentro do que acreditam ter sido uma casa asteca tradicional com quatro quartos, com data entre 1521 e 1620, no início do período colonial do país.

As escavações também descobriram objetos pré-hispânicos, praticamente intactos séculos depois, como vasos de barro, potes de cerâmica e uma figura de pedra de uma mulher segurando uma criança, disse o instituto em um comunicado esta semana.

Os astecas eram uma civilização guerreira e muito religiosa, que construiu obras monumentais e praticava o sacrifício humano. No entanto, pesquisadores dizem que as crianças encontradas morreram de causas naturais e foram sepultadas em um tradicional estilo pré-hispânico.

Juan Carlos Campos, arqueólogo que liderou a escavação, disse que os indígenas enfrentavam duras condições de vida e não conseguiram fugir depois que os conquistadores espanhóis tomaram a capital asteca Tenochtitlán, que se tornou a Cidade do México.

Os astecas governaram um império que se estendeu do Golfo do México ao Oceano Pacífico, abrangendo grande parte do que é a região central do México em tempos modernos. Tenochtitlán foi conquistada pelo espanhol Hernán Cortés em 1521.

Fonte: EBC Internacional

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