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Operação da PF apura crime de ocultação de capitais

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A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (20) operação para aprofundar investigação envolvendo crimes de estelionato, uso de documento falso e ocultação de capitais que chegam a R$ 300 mil. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela 9ª Vara Federal de Campinas, no interior de São Paulo.

Todos os mandados foram cumpridos na casa de pessoas físicas ligadas às contas usadas para espalhar o dinheiro. Três mandados foram na capital paulista, dois em Americana e um em Sumaré.

Investigações da Operação Obducto tiveram início com informações fornecidas por uma corretora de investimentos que identificou o roubo de identidade de uma de suas contas. Alguns dos investigados já têm registro criminal envolvendo outros crimes de estelionato.

Segundo a PF, o dinheiro desviado da conta foi enviado para contas abertas na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil com uso de documentos falsos. “Dessas contas, foi pulverizado para mais seis contas em diversos bancos e cidades no estado de São Paulo”, diz a PF em nota.

As penas previstas para os crimes investigados somadas podem chegar a 21 anos de prisão.

Edição: Nádia Franco

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Justiça

Testemunha reconhece policial acusado de matar homem no Jacarezinho

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A 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio realizou ontem (19) a primeira audiência referente à morte de Omar Pereira da Silva, um dos 28 mortos durante operação policial na comunidade do Jacarezinho em maio do ano passado. Dois policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (Core) são réus na ação. Um deles é acusado de atirar na vítima e outro de ajudar a remover o corpo antes da perícia.

Três testemunhas prestaram depoimento. Elas informaram que Omar, ferido no pé depois de intenso tiroteio na comunidade, se abrigou na casa onde elas estavam. Cerca de meia hora depois, um policial entrou na casa, procurando foragidos e, depois de identificar Omar, matou-o com um tiro de fuzil.

Uma das testemunhas ouvidas reconheceu o policial acusado pela morte como sendo o responsável pelo tiro que matou a vítima.

O Ministério Público desistiu de ouvir mais três testemunhas de acusação que tinham sido arroladas no processo.

Policiais na audiência

Vários policiais fardados, muitos deles da própria Core, compareceram ao tribunal para assistir aos depoimentos das testemunhas de acusação.

A Defensoria Pública do estado, que atua como assistente de acusação, pediu que as testemunhas prestassem depoimento a portas fechadas, por considerar que os policiais fardados poderiam intimidar as testemunhas.

Mas, a pedido da defesa e do próprio Ministério Público, a Justiça negou o pedido. O juiz Daniel Cotta permitiu, no entanto, que as testemunhas não fossem identificadas e prestassem seus depoimentos com os rostos cobertos, sem a presença dos réus.

Uma nova audiência será marcada para ouvir as testemunhas de defesa e os próprios réus no processo.

As informações foram divulgadas pela assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Justiça

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