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Ministra do CNJ atenderá população no Tribunal de Justiça de Mato Grosso

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Conforme anunciado pelo Poder Judiciário em matéria publicada no dia 27 de julho deste ano, a corregedora nacional da Justiça, ministra Maria Thereza de Assis Moura, atenderá o público nesta quinta-feira (04 de agosto), a partir das 8h. A ministra vai integrar a equipe do Conselho Nacional de Justiça que visita o TJMT desde o dia 1º de agosto.
 
O atendimento será em uma sala instalada no prédio que abriga a Coordenadoria de Tecnologia da Informação do Tribunal (CTI/TJMT).
 
O cidadão e cidadã que tiver interesse de ser atendido(a) pela ministra precisa ter em mãos cópia da carteira de identidade, CPF e comprovante de residência, se identificar na recepção principal do Tribunal de Justiça que em seguida será encaminhada para o local do atendimento.
 
A visita da ministra faz parte da agenda de inspeção de rotina do CNJ, que já percorreu todos os tribunais do país. O TJMT foi a última unidade da Justiça Estadual visitada pelo CNJ em 2022.
 
Colaboração
 
Na abertura dos trabalhos o desembargador Carlos Vieira Von Adamek, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que coordena a inspeção, disse que o CNJ já realizou 27 visitas aos tribunais de todo país em dois anos. Segundo ele, o propósito da visita é fazer uma inspeção colaborativa, com objetivo de colher em todo o país as boas práticas que possam ser disseminadas para os demais tribunais e ramos de justiça e caso houver alguma discrepância propor alguma correção.
 
“O Tribunal de Justiça do Mato Grosso é o último dos tribunais inspecionados nessa gestão da ministra Maria Thereza de Assis Moura. Trata-se de uma inspeção. Tenho certeza que ao longo desses quatro dias vamos sair muito bem impressionados com os trabalhos do tribunal.”
 
 
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Justiça e Universidade de Rondonópolis se reúnem para formar grupo reflexivo para homens agressores

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O Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Rondonópolis, irá firmar parceria com a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) para realizar um amplo trabalho de pesquisa e extensão com homens autores de violência contra as mulheres no âmbito doméstico e familiar.
 
O projeto “Serviço de Educação e Reflexão para homens autores de violência contra as mulheres no âmbito doméstico e familiar – 1ª Edição” foi apresentado pelo professor George Moraes de Luiz, da Faculdade de Psicologia do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da UFR, à juíza Maria Mazarelo, titular da vara, na tarde desta terça-feira (09 de agosto), em reunião on-line.
 
George explicou toda a estrutura do projeto, desde os objetivos, operacionalização, conteúdo programático até o cronograma de execução do trabalho, que será realizado por meio de um termo de cooperação técnica que será firmado entre o Poder Judiciário e a UFR, com intermédio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher) e do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
 
Manejo das emoções, inteligência emocional, reparação de danos, paternidade, sexualidade, relações íntimas, relações de gênero, regras de comportamento, violências vividas e praticadas, Lei Maria da Penha, mecanismos de responsabilização, relação do uso de drogas e violência, sentimentos, autocontrole emocional, aspectos emocionais e afetivos de uma relação a dois e saúde do homem são alguns dos tópicos que serão abordados no projeto.
 
A previsão é que sejam formados grupos de 20 homens, que se reunirão uma vez por semana, em encontros de uma hora e meia, com equipe técnica multidisciplinar composta por estagiários, extensionistas, pesquisadores e profissionais colaboradores das áreas de Psicologia, Serviço Social, Ciências Sociais, Direito e Educação.
 
O projeto abrange 14 encontros, sendo 11 reflexivos, dois destinados a palestras e uma oficina de construção de projeto de vida.
 
“O Tribunal de Justiça está empenhadíssimo nessa causa. Uma das bandeiras da presidente Maria Helena Póvoas é combater a violência doméstica no estado de Mato Grosso. Estamos trabalhando em vários projetos dentro do planejamento estratégico para fomentar isso. O senhor chega em um ótimo momento, estou encantada com o profissionalismo, excelência, e com o conteúdo extremamente rico”, afirmou a juíza Maria Mazarelo.
 
O professor também estruturou o projeto baseado em experiências anteriores de grupos reflexivos de homens desenvolvidos em Várzea Grande, Barra do Garças e Livramento.
 
“A violência é uma construção social. Os grupos reflexivos são uma forma de tentar não haver reincidência, oportunizar o tratamento, acolhimento e a reinserção”, pontuou o professor.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: Print de tela horizontal da reunião virtual realizada entre a juíza e o professor. Ao centro a tela de apresentação do projeto, projetada pelo professor, e à direita dois quadrantes onde aparecem as imagens dos dois participantes em vídeo.
 
 Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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