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Microsoft anuncia fim de reconhecimento facial que rastreia emoções

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Microsoft cancelou funcionalidade de inteligência artificial
Unsplash/Jenny Ueberberg

Microsoft cancelou funcionalidade de inteligência artificial

A Microsoft anunciou nesta terça-feira (21) que está retirando de sua inteligência artificial de reconhecimento facial a capacidade de rastrear as emoções dos usuários, entre outras características. Segundo a empresa, isso acontece por questões relacionadas à privacidade e à possibilidade da tecnologia reproduzir estereótipos.

“Retiraremos os recursos de análise facial que pretendem inferir estados emocionais e atributos de identidade, como sexo, idade, sorriso, barba, cabelo e maquiagem”, anunciou Sarah Bird, gerente de produto do Azure AI, da Microsoft.

“No caso da classificação de emoções especificamente, esses esforços levantaram questões importantes sobre privacidade, a falta de consenso sobre uma definição de ‘emoções’ e a incapacidade de generalizar a ligação entre expressão facial e estado emocional em casos de uso, regiões e dados demográficos. O acesso da API a recursos que preveem atributos confidenciais também abre uma ampla gama de maneiras de uso indevido, incluindo submeter pessoas a estereótipos, discriminação ou negação injusta de serviços”, justificou.

A Microsoft afirma que novos clientes não poderão ter acesso ao “sistema de uso geral na Face API que pretende inferir estados emocionais, sexo, idade, sorriso, barba, cabelo e maquiagem” a partir desta terça. Já para clientes antigos, a descontinuação deverá ocorrer até 30 de junho de 2023.

O anúncio da Microsoft vem em um momento de crescente preocupação a respeito dos sistemas de reconhecimento facial, que podem invadir a privacidade das pessoas.

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Anatel apreende 5,7 mil produtos clandestinos em armazéns da Amazon

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Operação da Anatel em galpões da Amazon
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Operação da Anatel em galpões da Amazon

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou nesta sexta-feira (24) ter apreendido 5,7 mil produtos para telecomunicações não homologados nos armazéns e centros de distribuição da plataforma de vendas online Amazon nas cidades de Betim (MG) e Cajamar (SP).

Foram três dias da fiscalização iniciada terça-feira passada. Foram fiscalizados, pelos agentes da Anatel, 67 mil equipamentos.

A Superintendência de Fiscalização da Agência avalia que os equipamentos apreendidos, caso fossem comercializados, valeriam aproximadamente R$ 500 mil.

Entre os produtos identificados sem conter a homologação obrigatória da Anatel, destacam-se carregadores de celulares, baterias portáteis e fones de ouvido sem fio. A homologação é um registro que garante ao consumidor que o produto atende as normas de qualidade e de segurança estabelecidas no país e é obrigatória para produtos que emitem radiofrequência e pode ser exigida para equipamentos relacionados a esses.

Para o consumidor saber se o equipamento é homologado pela Anatel, deve verificar se o selo de homologação está presente no produto, no manual ou na caixa, bem como consultar no portal da agência.

O conselheiro da Anatel, Moisés Moreira, e o superintendente de Fiscalização, Hermano Tercius, coordenaram a ação da Agência na Amazon. Segundo Moreira, disse em nota, “a Anatel tem trabalhado constantemente junto aos marketplaces para a bloquear a publicação de anúncios de produtos irregulares”.

Ele ressaltou que “a Amazon cooperou plenamente com os agentes de fiscalização, propiciando a devida identificação e verificação dos produtos comercializados pelos seus diversos vendedores”.

Para Tercius, “uma ação de fiscalização como essa propicia segurança ao consumidor ao garantir a aquisição de produtos de telecomunicações de qualidade comprovada e que não coloquem em risco a integridade física do consumidor e de sua família”.

Essa é a segunda grande ação de fiscalização presencial da Anatel em centros de distribuição de redes varejistas online. Para a fiscalização, foi necessária a presença de 16 fiscais da agência nos armazéns da Amazon. A Anatel também contou com o apoio da Divisão de Repreensão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal do Brasil em São Paulo (Direp), além do suporte da Procuradoria Federal Especializada junto à Anatel (PFE-Anatel).

A Anatel ressalta que, ao adquirir um produto não homologado, o consumidor não tem a garantia de assistência técnica em caso de defeito, nem, por exemplo, a garantia de que aquele equipamento não ocasionará um acidente doméstico.

“Se o consumidor adquirir um produto irregular, recomenda-se que devolva ou troque o produto com o vendedor. Em caso de insucesso, pode-se entrar em contato com os órgãos de defesa ao consumidor e registrar uma denúncia nos canais de atendimento da Anatel”, afirma nota do órgão

A atividade de fiscalização da Anatel na Amazon integra o Plano de Ação de Combate à Pirataria (PACP) da Agência. Desde 2018, as ações de fiscalização da Agência em conjunto com outros órgãos já retiraram do mercado cerca de 4,6 milhões de produtos irregulares com valor total estimado em R$ 500 milhões.

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