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Leilão de privatização da Codesa é marcado para 25 de março

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) publicou hoje (21) o edital do leilão de privatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa). O certame, que prevê a transferência do controle da companhia e a concessão dos portos de Vitória e Barra do Riacho, localizados no litoral capixaba, está previsto para ocorrer no dia 25 de março, na bolsa de valores, B3.

A Codesa é uma empresa pública federal responsável por administrar e explorar comercialmente os portos organizados de Vitória e Barra do Riacho. O texto do edital, assim como a Minuta do Contrato de Concessão, foi aprovado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) no dia 14 deste mês. O texto do edital foi elaborado pelo BNDES.

Pelas regras do edital, vencerá o leilão quem oferecer o maior valor de outorga. Será considerado vencedor o licitante que ofertar o maior ágio sobre a contribuição inicial mínima estabelecida, R$ 1, que deverá ser paga à vista para a União previamente à celebração do contrato de concessão.

O contrato prevê a concessão dos portos por um prazo de 35 anos, prorrogável por mais cinco anos. A nova concessionária do porto deverá desempenhar as funções da administração portuária e a exploração indireta das instalações portuárias dos portos de Vitória e Barra do Riacho, ficando proibida a sua exploração direta.

Ou seja, a operação portuária continuará a cargo dos arrendatários de terminais e a concessionária será responsável pela administração da área do porto. De acordo com o BNDES a previsão é de que sejam investidos R$ 334,8 milhões, além de aproximadamente R$ 1 bilhão para custear as despesas operacionais.
Cargas

Os estudos realizados pelo banco indicam que o Porto de Vitória, localizado na capital do Espírito Santo, tem potencial para dobrar a movimentação de cargas, de 7 milhões de toneladas para 14 milhões de toneladas por ano ao longo da concessão.

“Em termos de área disponível, apenas em Vitória há 500 mil metros quadrados e 14 berços de atracação, boa parte dos quais operada atualmente pela autoridade portuária. Cerca de metade destas áreas encontra-se disponível para o desenvolvimento de novos negócios”, disse o BNDES.

Já o Porto de Barra do Riacho é especializado no embarque de celulose e tem uma movimentação atual de 8 milhões de toneladas por ano. O porto conta com dois berços de atracação dedicados à movimentação de granel líquido e acessos terrestres ferroviário e rodoviário.

Segundo o banco, a concessão do terminal pode trazer oportunidades para exploração de novas áreas, uma vez que dos 860 mil metros quadrados de área total disponível, 522 mil metros quadrados são greenfield (ainda a serem utilizados).

Edição: Denise Griesinger

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Por que 18% dos domicílios não têm acesso à internet? iGdeias debate

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iGdeais: Por que 15% dos domicílios ainda não têm acesso à internet?
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iGdeais: Por que 15% dos domicílios ainda não têm acesso à internet?

O acesso à internet no Brasil, embora bastante desigual, vem crescendo nos últimos anos. Em 2019, 71% dos domícilios acessavam a rede no nosso país. Em 2021, esse número subiu para 82%. Ainda assim, cerca de 35,5 milhões de lares ainda não estão conectados,  o que representa 18% da população.

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A diferença fica ainda maior se olharmos para as classes. No ano passado, 100% das famílias da classe A tinham acesso à internet, ante 98% da classe B e 89% da classe C. Já nas classes D e E, apenas 61% dos domicílios acessavam a rede.

Entre as regiões, o Nordeste é a com menos conectados: 77% da população. Em seguida, vem Norte (79%), Sul e Centro-Oeste (ambos com 83%). Sudeste é a região com mais pessoas com acesso à internet: 84%.

Pensando nisso, o iGdeias convidou o coordenador da pesquisa TIC Domicílios e analista de informações do Cetic.br|NIC.br, Fábio Storino, para debater os impasses para o acesso à internet no Brasil. Por que 18% dos domicílios brasileiros ainda não estão conectados no nosso país?

A transmissão ocorrerá nos canais oficial do Portal iG no YouTube , Facebook , LinkedInTikTok e Twitter , a partir das 12 horas.

A live será mediada pelos repórteres do Brasil Econômico, João Vitor Revedilho e Dimítria Coutinho.

A pesquisa TIC Domicílios também revela que a desigualdade acontece no dispositivo utilizado para acessar a internet. Em todo o Brasil, 64% dos usuários de internet acessavam a rede apenas através do celular, taxa que cresceu bastante nas camadas mais pobres da sociedade.

Entre usuários das classes D e E, 89% acessavam a internet apenas pelo celular; na classe C, eram 67%; na classe B, 33%; e na classe A, 32%.

Fonte: IG ECONOMIA

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