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Jogo os dados: saiba o seu destino com os números

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Jogo os dados: saiba o seu destino com os números
Redação João Bidu

Jogo os dados: saiba o seu destino com os números

Registros arqueológicos indicam que os dados são usados desde a Antigüidade para revelar o destino das pessoas em jogos. Se você deseja descobrir o que a vida lhe reserva, basta pegar dois dados comuns, concentrar-se na sua pergunta: “O que esperar do futuro?” e lançá-los. Em seguida, some os pontos dos dados e leia o resultado:

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2 pontos: prepare-se para lidar com pessoas teimosas , pois sua paciência será testada. Ouça o que elas têm a dizer, mas, também, não se deixe influenciar. 

3 pontos: suas idéias estão a mil, por isso saiba colocá-las em prática . Aproveite esse astral empreendedor para investir numa conquista amorosa. 

4 pontos: o reconhecimento por seus esforços podem demorar, mas eles virão. Procure economizar seu dinheiro para não ser pego(a) de surpresa.

5 pontos: aproxime-se mais de amigos e parentes. A previsão é de passeios, reuniões animadas e muita diversão pela frente. 

6 pontos: seu romance pode ficar mais sério . Há chance de “encomendar” um bebê. Se não é o que deseja, previna-se! 

7 pontos: Um futuro brilhante espera por você. Sorte nos negócios, nos estudos e no amor. Aproveite o período e invista nos seus interesses.

8 pontos: a sorte está ao seu lado . Poderá ganhar um dinheiro extra como prêmio ou aumento de salário. Novo amor à vista!

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9 pontos: transformação é a palavra-chave do seu destino. Tudo indica que poderá mudar de trabalho ou de cidade. Um projeto antigo será concluído. 

10 pontos: tenha coragem de melhorar o seu futuro. Com cautela, saberá lutar por uma nova posição no trabalho e batalhar para conquistar de vez o seu par.

11 pontos: um desejo antigo tem tudo para se transformar em realidade, mas isso vai depender do seu comportamento. O sucesso é certo, mas bom senso nunca é demais. 

12 pontos: passará por situações que exigirão sacrifícios pessoais. No entanto, o resultado será positivo. Prepare-se para se dar bem no amor e no trabalho.

Dica importante

Caso você queira saber mais sobre a mensagem que tirou, faça perguntas diretas, do tipo “Vou me dar bem nessa conquista?”. De acordo com os nossos antepassados, se a soma dos pontos for um número par, a resposta é “Sim”, enquanto os resultados ímpares indicam “Não”. Boa sorte!

Quer saber mais sobre as energias que nos esperam em 2022? Confira o Tarot Semestral ou Tarot Mensal , o oráculo é capaz de catalisar sua energia e fazer previsões detalhadas sobre seus sentimentos, trabalho e dinheiro. Bem como responde perguntas mais específicas e direcionadas.

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Fonte: IG Mulher

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Carmen Costa a Ludmilla: espetáculo homenageia cantoras negras do país

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Bernardo Cartolano

“Vozes Negras – A Força do Canto Feminino” homenageia 13 cantoras negras que fizeram história na história da música do país

Cobrir um século da presença das mulheres negras na música brasileira não é uma tarefa fácil. Ao longo desse período, muitas se destacaram e ficaram marcadas para sempre na cultura do país – cada uma em seu período histórico e dentro de um gênero musical diferente. Agora, 13 dessas artistas serão homenageadas em seis espetáculos antológicos em “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, que estreia nesta quinta-feira (30) no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.

A vida e obra de Elza Soares, Alcione, Alaíde Costa, Ludmilla, Margareth Menezes, Iza, Sandra de Sá, Dona Ivone Lara, Clementina de Jesus, Dolores Duran, Carmen Costa, Elizeth Cardoso e Tati Quebra Barraco serão encenadas e debatidas no palco. Cada espetáculo esmiúça a vida de duas artistas (exceto no espetáculo seis, que homenageia três delas), que são separados por contexto histórico-cultural em que cada uma esteve imersa. Os episódios tem apresentação da artista Veronia Bonfim.

A divisão dos seis espetáculos é feita da seguinte forma: a era de ouro do rádio; samba, terreiro e ancestralidade; samba-canção e bossa-nova; do samba ao jazz; do soul ao afropop; e novas gerações. Cada um conta com participações especiais de cantoras (das homenageadas, Alaíde Costa, Sandra de Sá e Margareth Menezes participam) e intelectuais que participam de debates com o público na metade das apresentações.

Ao iG Delas, Menezes afirma que foi impactada pelo resultado, uma sensação que foi além da reverência que recebeu. “Assistir a essa maravilhosa homenagem feita a mim e à gigante Sandra de Sá me deixou muito feliz e emocionada”, afirma a cantora, que é homenageada ao lado de Sá no quinto espetáculo, que retrata o soul e o afropop.

Histórias de pioneirismo

O idealizador, diretor e um dos dramaturgos do projeto, Gustavo Gasparini afirma que teve a ideia de criar o espetáculo como forma de discutir a mulher negra na sociedade a partir das histórias das cantoras pretas brasileiras. A dramaturgia também é assinada pelo jornalista e realizador cultural Rodrigo França.

“Essas mulheres negras tiveram uma relevância além do talento musical e artístico de cada uma”, explica Deborah Medeiros, que assina a supervisão de representações raciais e de gênero da peça. “Elas estavam em uma posição em que não eram esperadas e só foram admitidas nesses espaços porque também existia uma excepcionalidade e conjunções históricas que tornaram possível a carreira delas”.

“Vozes Negras” busca não apenas celebrar as artistas, mas também evidenciar a trajetória pessoal de cada uma e debater sobre racismo, africanidade, feminismo negro, ancestralidade e a influência dessas estrelas dentro dos movimentos negros e na constituição da educação antirracista. Para os autores e a consultora, é também uma ferramenta política e de diálogo sobre raça.

Medeiros contextualiza que as artistas negras tinham competência, mas tinham investimentos, acessos e pagamentos diferenciados – algo que, ela afirma, pouco mudou com o passar dos anos.

“Você não tem a mesma disponibilidade das instituições e patrocínio para as artistas negras no campo da música baiana, por exemplo, como Margareth Menezes. O que difere é que hoje, dado à pressão e organização de movimentos negros em todos os campos, há uma pressão para que essas pessoas fiquem mais visíveis”, aponta

Como destaque do racismo nessas trajetórias, Gasparini cita como exemplo Alaíde Costa e Dolores Duran, homenageadas da bossa-nova, considerado um movimento cultural elitista. “O racismo que elas sofreram foi muito mais violento. No caso de Dona Ivone Lara e Clementina de Jesus, que se situam no terreiro, o racismo é menos forte porque estavam em um ambiente negro do samba; mas tem o sexismo: as famílias não curtiam que elas cantassem samba para os outros, só no seio familiar”, explica.

O diretor também destaca Elza Soares e Alcione, que são homenageadas no espetáculo sobre samba e jazz: “São histórias de mulheres poderosas, mas diferentes. Alcione talvez seja a cantora negra mais empoderada da história da música brasileira. Ela tinha uma estrutura familiar muito forte que dava segurança a ela. Elza conquistou milhões de coisas e perdeu na montanha-russa com o Garrincha. A família dela era mais disfuncional, digamos assim. Mas as duas são gigantes. É interessante ver a história delas caminhando juntas”.

França destaca Carmen Costa e Elizeth Cardoso, as damas negras da era de ouro do rádio. “Elas mexem muito comigo porque nunca negaram sua negritude em uma época que, por conta da estrutura da sociedade e da indústria, tiveram que embranquecer sua estética. Ainda temos resquícios dessa estrutura”, aponta.

“Dona Ivone Lara foi referência. Minha mãe e meu pai colocavam para a gente ouvir na vitrola de domingo. Também não dá para negar a contribuição de Margareth Menezes, essa orixá viva”, acrescenta o dramaturgo.

O reconhecimento do pioneirismo dessas mulheres também é presente. Por exemplo: Dolores Duran é considerada até hoje a mulher mais gravada da história da música brasileira, mesmo 60 anos depois da morte dela. está sempre presente. “Dolores foi a mulher que começou a compor. Tinha existido Chiquinha Gonzaga, Carmen Costa escreveu uma ou outra, mas Dolores se tornou a grande compositora”, aponta Gasparini.

França acrescenta que os espetáculos são uma oportunidade de potencializar a importância das mulheres representadas em cena. “Infelizmente, a cultura negra brasileira é invisibilizada, apagada e muitas vezes embranquecida ou que nunca tiveram seu contexto racial dito. Só é possível avançar tendo consciência das nossas raízes, que é algo relacionado às filosofias africanas”, aponta o dramaturgo. “Não dá para avançar sem se dar conta dos legados de nossas ancestrais do passado, presente e futuro”.

Para dar força a essas histórias, foi importante para os dramaturgos escolher apresentar mulheres que não são tão conhecidas pelo grande público. Gasparini aponta que cada cantora viveu momentos muito diferentes. Foi o que o motivou a chegar na organização da série e, ao mesmo tempo, reverenciar os feitos de cada uma. “Falar delas é fazer justiça num país que não tem memória”.

A atriz Vanessa Brown, que compõe o elenco da peça interpretando Sandra de Sá, afirma que é uma representação a todas as mulheres negras do país que, muitas vezes, não têm espaço para falar ou ser escutadas. “É uma honra poder participar falando dessas mulheres negras e representando com mulheres negras incríveis em cena”, aponta.

Discussão política

Em “Vozes Negras”, os debates não acontecem depois que o espetáculo acaba, mas mais especificamente no terço final das peças, de acordo com Medeiros. Gasparini se inspirou livremente no Teatro Fórum, uma modalidade elaborada pelo diretor brasileiro Augusto Boal. A contribuição mais reconhecida dele é a criação da metodologia do teatro do oprimido, que une a linguagem do teatro com ação social.

“Queria que o espetáculo fosse além do entretenimento”, explica o diretor. “Então, há uma conversa com a plateia para discutir sobre o que ela acabou de ver com uma debatedora. Se pensa sobre o legado dessas mulheres, como elas ajudaram a sociedade a caminhar, o que ainda está em falta, se as problemáticas delas ainda estão presentes ou se foram superadas”.

Djamila Ribeiro, Erica Malunguinho, Nina Silva, Erika Hilton, Patrícia Santos e Preta Ferreira são algumas das mulheres que atuarão como debatedoras com o público. “As vozes nesse momento passam a ser de uma mulher contemporânea intelectual e da plateia”, pontua Gasparini.

Medeiros complementa que há uma força ainda maior quando esse contato é feito por meio de mulheres negras. “A gente não quer falar de racismo e não quer marcar as identidades raciais. Quando o espetáculo convida mulheres negras com narrativas interessantes e dá o microfone para elas, é algo de uma potência incrível. O Brasil não está acostumado a ouvir mulheres negras nessa localização, muito menos fora”.

França acrescenta que essa interação é uma oportunidade de fazer ecoar vozes não apenas sobre os envolvidos na produção do espetáculo, mas de espectadoras e espectadores negros que têm suas vozes silenciadas devido às estruturas e questões históricas brasileiras.

O realizador cultural acrescenta ainda a influência do teatro negro do Rio de Janeiro em todo processo: “Para fazermos uma análise plena do que a sociedade é, é preciso racializar. Por mais que seja um teatro musical, ao qual muitas pessoas enxergam como entretenimento sem obrigação de provocar reflexão, esse projeto reflete sobre o papel das pessoas negras e das pessoas não negras dentro da sociedade”, começa.

“É impossível fazer qualquer análise da sociedade brasileira que não passe pela racialização, seja teatro, cultura, economia, riqueza, cinema… Se queremos discutir de uma maneira plena e responsável, é preciso racializar. É um espetáculo que, ao mesmo tempo, conta histórias de personagens e a nossa própria história”, finaliza.

Para Medeiros, existe um poder político fundamental na estrutura do teatro crítico, presente na discussão de ideias entre público e artistas, em conseguir fazer com que as informações alcancem um grande número de pessoas. Com isso, a consultora afirma que o que foi discutido é capaz de causar impacto e reflexão, mas também mudanças no entorno de quem estiver presente enquanto público.

“Falar sobre raça ainda causa impacto porque trazemos para a discussão pautas que estão muito soltas e desarrumadas. Quem sabe provocando discussões, aquela pessoa saia dali e não fique só nos aplausos, emoção ou no desfrute no espetáculo. Quem sabe possa ser transformador para que possam adotar práticas antirracistas de fato”, afirma Medeiros.

Os capítulos de “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino” são apresentados de quinta a sábado até 7 de agosto, com ingressos entre R$ 25 e R$ 150 . Todos os domingos, há transmissão pelo Teatro Sérgio Cardoso Digital, que pode ser assistida pelo site ou aplicativo do #CulturaemCasa.

Fonte: IG Mulher

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