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Ilha de Páscoa reabre com adoção de medidas sanitárias

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A ilha de Páscoa se fechou completamente e agora retorna com exigências sanitárias para turistas
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A ilha de Páscoa se fechou completamente e agora retorna com exigências sanitárias para turistas

Turistas podem voltar a visitar a Ilha de Páscoa, considerada uma das ilhas mais isoladas do mundo, a Ilha Rapa Nui, como é chamada na língua nativa, ficou fechada por mais de dois anos para o turismo nacional e internacional por causa da pandemia da Covid-19.

Agora, com a reabertura, o destino determinou uma série de medidas, especialmente no campo da saúde. A informação foi divulgada nesta semana.

Para entrar na ilha, é preciso preencher um formulário online, ter um teste PCR negativo e que não exceda 24 horas antes do embarque; ter bilhete de ida e volta (estadia na ilha, como turista, deve ter prazo máximo de 30 dias); bilhete de identidade e/ou passaporte; ter reserva em alojamento turístico registado na Secretaria Nacional de Turismo ou uma carta convite escrita por um residente.

Ainda de acordo com o governo chileno, os voos programados para agosto são dois semanais, às quintas-feiras e sábados. Será avaliado também a ampliação de um voo em setembro, que provavelmente será na segunda-feira. Além disso, a prioridade na venda das passagens aéreas na primeira fase de visitas será para passageiros que deixaram o passeio pendente no período de encerramento do turismo na ilha.

Todas as pessoas que viajarem para a Ilha de Páscoa de navio ou aeronave devem apresentar seu certificado PCR negativo no momento do embarque. No caso de menores de seis anos, será permitida a apresentação de teste de antígeno negativo para detecção rápida de Covid, realizado em um centro de saúde autorizado pela Autoridade de Saúde.

Os viajantes também devem ter o Passe de Mobilidade (vacinas validadas no caso de estrangeiros) para fazer o traslado até a ilha. As informações são do site Melhores Destinos.

Além disso, todos visitantes estarão sujeitos a um protocolo de monitoramento, por telefone ou pessoalmente, que será realizado até 7 dias após a chegada. Com isso, os turistas podem ser selecionados aleatoriamente pelas equipes de Saúde entre o primeiro e o quinto dia de chegada na ilha, para fazerem um teste de Covid-19.

Caso o passageiro não concorde em efetuar o teste ou obtenha um resultado positivo, deve iniciar a quarentena pelos 7 dias seguintes no local indicado pela Autoridade de Saúde.

O Hospital Hanga Roa é um deles, e recebeu equipamentos que lhe permitirão alargar a cobertura de cuidados contra a Covid-19. Para além disso, foi instalada ainda uma bomba de oxigénio para o atendimento de doentes respiratórios e protocolos para a transferência de doentes críticos para o continente. O Hotel O’TAI também recebeu uma instalação sanitária com capacidade máxima de 100 pessoas.

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Fonte: IG Turismo

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SP: Parque Alto da Boa Vista ganhará mirante, trilha e ‘cachorródromo’

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 Parque Alto da Boa Vista está inserido no distrito de Santo Amaro na capital paulista
Reprodução/Prefeitura da Cidade de São Paulo

Parque Alto da Boa Vista está inserido no distrito de Santo Amaro na capital paulista

O Parque Alto da Boa Vista, que completou um ano de inauguração parcial em maio, na zona sul da cidade de São Paulo, ganhará um nova fase de implantação que entregará ao espaço um mirante com vista para árvores nativas, trilha sensorial para crianças e um “cachorródromo”.

Entretanto, a segunda fase está em licitação, com resultado a ser divulgado em 23 de agosto. A previsão é de um ano de obra, com a entrega para o fim de 2023 ou o início do ano seguinte. O valor estimado é de R$ 4,59 milhões, porém a menor oferta será a selecionada. A primeira etapa custou R$ 825,7 mil, mais da metade de um termo de compromisso ambiental e o restante de doações.

A abertura do parque permitiu um contato inicial com o espaço após cerca de duas décadas de mobilização popular e disputas na Justiça, mas ainda abrange uma pequena parte da área total, isolada por uma enorme quantidade de cerca de bambu.

Com a nova fase, a ideia é que o parque mantenha uma vocação mais contemplativa, mas que sejam introduzidas opções de lazer, a fim de mantê-lo ativo.

Desse modo, para as crianças, serão feitas intervenções lúdicas em vez da instalação de um parquinho tradicional. Entre elas, estão um piso ondulado e emborrachado para brincadeiras e deitar, marcações de pegadas de animais no chão e um caminho sensorial. As mudanças também envolvem a instalação de um mirante de 65 metros quadrados, com vista para as árvores.

As áreas de vegetação mais densa serão mantidas, com a troca progressiva das espécies invasoras por árvores nativas da Mata Atlântica, enquanto as mais abertas receberão alguns dos novos equipamentos. Hoje, a fauna nativa inclui espécies como a aroeira-mansa, o jaborandi e a embaúba-branca. Há também árvores frutíferas, como bananeira, abacateiro e goiabeira.

Atualmente, o parque é apenas uma mancha verde no distrito de Santo Amaro, com um caminho demarcado por bambus e com placas informativas de algumas das 61 aves identificadas no local, como a coruja-orelhuda e o tucano-de-bico-verde, banheiros e bancos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Fonte: IG Turismo

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