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Horóscopo do dia: previsões para 23 de janeiro de 2022

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O horóscopo do dia apresenta a previsão do signo e ascendente para esta terça-feira
Marcelo Dalla

O horóscopo do dia apresenta a previsão do signo e ascendente para esta terça-feira

ÁRIES

A Lua segue agora em Libra e se combina com Saturno: harmonia e equilíbrio são as qualidades em destaque. Procure abrir o coração e amar sem grandes expectativas, desfrutar o que a vida oferece sem ansiedade, vivendo o momento presente. Fica mais fácil tomar decisões com a mente aberta, livre de dogmas e preconceitos, pensando num bem maior. Isso é importante, pois revisões continuam em pauta. Para evitar a agressividade, vale investir em atividades criativas e muito movimento.

TOURO

O clima é de colaboração com a Lua em Libra: bom período para harmonizar as relações, cultivar bom gosto e gentileza. O Sol segue em Aquário, favorecendo o gosto por novidades e uma postura mais independente. Prefira a liberdade, as atividades criativas e originais. A abertura para novas ideias e a valorização de diferentes opiniões pode abrir caminhos. Evite forçar demais as situações, perceba o que não vem funcionando bem para que possa elaborar melhor novos caminhos. Com Vênus retrógrada, evite também gastos impulsivos.

GÊMEOS

A Lua ingressa Libra para ajudá-lo a ponderar melhor qualquer questão. Os contatos sociais trazem benefícios. Porém, com Mercúrio retrógrado, você pode ficar mais distraído. Vale fazer uma lista de pendências e prioridades e certificar-se de que foi bem compreendido. Em compensação, você segue mais sonhador e inspirado também. Cuidado para não exagerar nas expectativas. É importante cultivar liberdade para viver com autonomia. Assim seus relacionamentos se tornam mais saudáveis.

CÂNCER

Equilíbrio e elegância são palavras de ordem para o momento, em todos os sentidos. Procure manter-se aberto para ouvir opiniões, avaliar ideias e incorporar o recurso dos outros. Atividades inovadoras continuam favorecidas. A Lua segue em Libra e o Sol em Aquário, aproveite para harmonizar-se com parceiros e colaboradores, dando mais espaço para todos. Invista na arte, no bom gosto estético e na diplomacia. No período da tarde, Lua e Saturno se combinam para favorecer uma postura mais realista e objetiva.

LEÃO

É importante exercitar a arte do relacionamento para que parceiros, sócios e colaboradores propiciem o crescimento. A Lua segue em Libra, enquanto Sol, Mercúrio e Saturno seguem em Aquário, signo oposto ao seu: procure ouvir o que os outros têm a dizer. Você pode aprender muito! Esteja aberto também para oferecer ajuda e aproveitar as oportunidades. Com generosidade, consegue o que precisa para avançar. É tempo de deixar desentendimentos para trás, cultivar a capacidade de ouvir e se colocar no lugar do outro.

VIRGEM

Gentileza, cordialidade e simpatia fazem toda a diferença. A Lua segue em Libra, favorecendo o companheirismo e as trocas intelectuais. Você pode somar forças e alinhar interesses com parceiros e colaboradores. É tempo de cultivar suas habilidades sociais, pra que as verdadeiras amizades e relacionamentos se fortaleçam. Procure ser flexível também, sem tantas cobranças. Com Sol e Mercúrio em Aquário, vale abrir-se para novas correntes de pensamento, novas soluções, novos conceitos e ideias.

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LIBRA

Sua relação com os outros pode se tornar mais leve, tranquila e produtiva. A Lua segue em seu signo, enquanto Sol e Mercúrio seguem em Aquário: novas amizades, descontração e bom gosto ficam favorecidos. Você pode harmonizar suas relações com atitudes cordiais, ao mesmo tempo em que afirma o seu espaço e respeita o espaço do outro também. Assim recupera a espontaneidade, o poder e a criatividade. Todos querem mais liberdade e independência. Inclusive você. Esteja aberto para novas experiências.

ESCORPIÃO

É tempo de cultivar mais harmonia no convívio social. A Lua segue no diplomático signo de Libra: caso encontre oposição aos seus interesses e objetivos, seja diplomático, esteja disposto a ouvir e a ponderar. É importante evitar a pressa e a agressividade, pois Mercúrio segue retrógrado e há risco de mal-entendidos. Uma postura mais independente fica favorecida. Vale também revisar velhas ideias e conceitos, enquanto se abre para novas tendências culturais, filosóficas e humanitárias.

SAGITÁRIO

Cuidado com expectativas exageradas, é importante fazer um balanço real de seu valor e capacidades. É preciso organizar-se, repensar ideias, aprimorar projetos e perceber o que não vem funcionando para que possa dirigir suas ações com mais estratégia. Analise com cuidado os recursos que possui para evitar desperdícios. Lembre-se: só obtém bons resultados quem estabelece objetivos, assume o plano com praticidade e disciplina. Lua e Saturno se combinam hoje para favorecer organizações com uma postura mais realista.

CAPRICÓRNIO

Bom período para assuntos sociais, para projetos que visem crescimento pessoal e comunitário. A Lua segue em Libra, enquanto Sol, Mercúrio e Saturno segue em Aquário: é tempo de cultivar suas habilidades sociais, a disposição de unir forças e transformar seus sonhos em realidade. É oportuno também estabelecer prioridades e manter o foco, percebendo quais os assuntos que merecem mais empenho, determinação e comprometimento. Assim os projetos inovadores podem ser realizados com mais segurança.

AQUÁRIO

Você segue vitalizado, com a energia e a confiança do Sol em seu signo. Mas cuidado com as atitudes imprudentes. Prefira ganhar tempo para analisar projetos e preparar as novas divulgações. Arregace as mangas e siga adiante com suas ideias para desembaraçar a vida e solucionar pendências. Mas faça uso da diplomacia e da gentileza. A boa notícia é que Sol e Mercúrio seguem juntos em seu signo, você pode ganhar clareza sobre muitas questões. Invista em seus dons comunicativos para atrair oportunidades.

PEIXES

Etapa mais mental e introspectiva, dentro do mundo da fantasia e da imaginação. Os piscianos mais espirituais podem aproveitar a abertura de novos canais para orientação superior. Com mais intuição, reflita sobre o que aprendeu e o que já não quer mais em sua vida. Aproveite para ampliar seus conhecimentos e visualizar o que deseja conquistar no futuro. Porém, é importante cultivar a ponderação, controlar os gastos excêntricos, as atitudes impulsivas ou irreflexivas. Evite também começar um projeto novo agora.

Fonte: IG Mulher

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Carmen Costa a Ludmilla: espetáculo homenageia cantoras negras do país

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Bernardo Cartolano

“Vozes Negras – A Força do Canto Feminino” homenageia 13 cantoras negras que fizeram história na história da música do país

Cobrir um século da presença das mulheres negras na música brasileira não é uma tarefa fácil. Ao longo desse período, muitas se destacaram e ficaram marcadas para sempre na cultura do país – cada uma em seu período histórico e dentro de um gênero musical diferente. Agora, 13 dessas artistas serão homenageadas em seis espetáculos antológicos em “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, que estreia nesta quinta-feira (30) no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.

A vida e obra de Elza Soares, Alcione, Alaíde Costa, Ludmilla, Margareth Menezes, Iza, Sandra de Sá, Dona Ivone Lara, Clementina de Jesus, Dolores Duran, Carmen Costa, Elizeth Cardoso e Tati Quebra Barraco serão encenadas e debatidas no palco. Cada espetáculo esmiúça a vida de duas artistas (exceto no espetáculo seis, que homenageia três delas), que são separados por contexto histórico-cultural em que cada uma esteve imersa. Os episódios tem apresentação da artista Veronia Bonfim.

A divisão dos seis espetáculos é feita da seguinte forma: a era de ouro do rádio; samba, terreiro e ancestralidade; samba-canção e bossa-nova; do samba ao jazz; do soul ao afropop; e novas gerações. Cada um conta com participações especiais de cantoras (das homenageadas, Alaíde Costa, Sandra de Sá e Margareth Menezes participam) e intelectuais que participam de debates com o público na metade das apresentações.

Ao iG Delas, Menezes afirma que foi impactada pelo resultado, uma sensação que foi além da reverência que recebeu. “Assistir a essa maravilhosa homenagem feita a mim e à gigante Sandra de Sá me deixou muito feliz e emocionada”, afirma a cantora, que é homenageada ao lado de Sá no quinto espetáculo, que retrata o soul e o afropop.

Histórias de pioneirismo

O idealizador, diretor e um dos dramaturgos do projeto, Gustavo Gasparini afirma que teve a ideia de criar o espetáculo como forma de discutir a mulher negra na sociedade a partir das histórias das cantoras pretas brasileiras. A dramaturgia também é assinada pelo jornalista e realizador cultural Rodrigo França.

“Essas mulheres negras tiveram uma relevância além do talento musical e artístico de cada uma”, explica Deborah Medeiros, que assina a supervisão de representações raciais e de gênero da peça. “Elas estavam em uma posição em que não eram esperadas e só foram admitidas nesses espaços porque também existia uma excepcionalidade e conjunções históricas que tornaram possível a carreira delas”.

“Vozes Negras” busca não apenas celebrar as artistas, mas também evidenciar a trajetória pessoal de cada uma e debater sobre racismo, africanidade, feminismo negro, ancestralidade e a influência dessas estrelas dentro dos movimentos negros e na constituição da educação antirracista. Para os autores e a consultora, é também uma ferramenta política e de diálogo sobre raça.

Medeiros contextualiza que as artistas negras tinham competência, mas tinham investimentos, acessos e pagamentos diferenciados – algo que, ela afirma, pouco mudou com o passar dos anos.

“Você não tem a mesma disponibilidade das instituições e patrocínio para as artistas negras no campo da música baiana, por exemplo, como Margareth Menezes. O que difere é que hoje, dado à pressão e organização de movimentos negros em todos os campos, há uma pressão para que essas pessoas fiquem mais visíveis”, aponta

Como destaque do racismo nessas trajetórias, Gasparini cita como exemplo Alaíde Costa e Dolores Duran, homenageadas da bossa-nova, considerado um movimento cultural elitista. “O racismo que elas sofreram foi muito mais violento. No caso de Dona Ivone Lara e Clementina de Jesus, que se situam no terreiro, o racismo é menos forte porque estavam em um ambiente negro do samba; mas tem o sexismo: as famílias não curtiam que elas cantassem samba para os outros, só no seio familiar”, explica.

O diretor também destaca Elza Soares e Alcione, que são homenageadas no espetáculo sobre samba e jazz: “São histórias de mulheres poderosas, mas diferentes. Alcione talvez seja a cantora negra mais empoderada da história da música brasileira. Ela tinha uma estrutura familiar muito forte que dava segurança a ela. Elza conquistou milhões de coisas e perdeu na montanha-russa com o Garrincha. A família dela era mais disfuncional, digamos assim. Mas as duas são gigantes. É interessante ver a história delas caminhando juntas”.

França destaca Carmen Costa e Elizeth Cardoso, as damas negras da era de ouro do rádio. “Elas mexem muito comigo porque nunca negaram sua negritude em uma época que, por conta da estrutura da sociedade e da indústria, tiveram que embranquecer sua estética. Ainda temos resquícios dessa estrutura”, aponta.

“Dona Ivone Lara foi referência. Minha mãe e meu pai colocavam para a gente ouvir na vitrola de domingo. Também não dá para negar a contribuição de Margareth Menezes, essa orixá viva”, acrescenta o dramaturgo.

O reconhecimento do pioneirismo dessas mulheres também é presente. Por exemplo: Dolores Duran é considerada até hoje a mulher mais gravada da história da música brasileira, mesmo 60 anos depois da morte dela. está sempre presente. “Dolores foi a mulher que começou a compor. Tinha existido Chiquinha Gonzaga, Carmen Costa escreveu uma ou outra, mas Dolores se tornou a grande compositora”, aponta Gasparini.

França acrescenta que os espetáculos são uma oportunidade de potencializar a importância das mulheres representadas em cena. “Infelizmente, a cultura negra brasileira é invisibilizada, apagada e muitas vezes embranquecida ou que nunca tiveram seu contexto racial dito. Só é possível avançar tendo consciência das nossas raízes, que é algo relacionado às filosofias africanas”, aponta o dramaturgo. “Não dá para avançar sem se dar conta dos legados de nossas ancestrais do passado, presente e futuro”.

Para dar força a essas histórias, foi importante para os dramaturgos escolher apresentar mulheres que não são tão conhecidas pelo grande público. Gasparini aponta que cada cantora viveu momentos muito diferentes. Foi o que o motivou a chegar na organização da série e, ao mesmo tempo, reverenciar os feitos de cada uma. “Falar delas é fazer justiça num país que não tem memória”.

A atriz Vanessa Brown, que compõe o elenco da peça interpretando Sandra de Sá, afirma que é uma representação a todas as mulheres negras do país que, muitas vezes, não têm espaço para falar ou ser escutadas. “É uma honra poder participar falando dessas mulheres negras e representando com mulheres negras incríveis em cena”, aponta.

Discussão política

Em “Vozes Negras”, os debates não acontecem depois que o espetáculo acaba, mas mais especificamente no terço final das peças, de acordo com Medeiros. Gasparini se inspirou livremente no Teatro Fórum, uma modalidade elaborada pelo diretor brasileiro Augusto Boal. A contribuição mais reconhecida dele é a criação da metodologia do teatro do oprimido, que une a linguagem do teatro com ação social.

“Queria que o espetáculo fosse além do entretenimento”, explica o diretor. “Então, há uma conversa com a plateia para discutir sobre o que ela acabou de ver com uma debatedora. Se pensa sobre o legado dessas mulheres, como elas ajudaram a sociedade a caminhar, o que ainda está em falta, se as problemáticas delas ainda estão presentes ou se foram superadas”.

Djamila Ribeiro, Erica Malunguinho, Nina Silva, Erika Hilton, Patrícia Santos e Preta Ferreira são algumas das mulheres que atuarão como debatedoras com o público. “As vozes nesse momento passam a ser de uma mulher contemporânea intelectual e da plateia”, pontua Gasparini.

Medeiros complementa que há uma força ainda maior quando esse contato é feito por meio de mulheres negras. “A gente não quer falar de racismo e não quer marcar as identidades raciais. Quando o espetáculo convida mulheres negras com narrativas interessantes e dá o microfone para elas, é algo de uma potência incrível. O Brasil não está acostumado a ouvir mulheres negras nessa localização, muito menos fora”.

França acrescenta que essa interação é uma oportunidade de fazer ecoar vozes não apenas sobre os envolvidos na produção do espetáculo, mas de espectadoras e espectadores negros que têm suas vozes silenciadas devido às estruturas e questões históricas brasileiras.

O realizador cultural acrescenta ainda a influência do teatro negro do Rio de Janeiro em todo processo: “Para fazermos uma análise plena do que a sociedade é, é preciso racializar. Por mais que seja um teatro musical, ao qual muitas pessoas enxergam como entretenimento sem obrigação de provocar reflexão, esse projeto reflete sobre o papel das pessoas negras e das pessoas não negras dentro da sociedade”, começa.

“É impossível fazer qualquer análise da sociedade brasileira que não passe pela racialização, seja teatro, cultura, economia, riqueza, cinema… Se queremos discutir de uma maneira plena e responsável, é preciso racializar. É um espetáculo que, ao mesmo tempo, conta histórias de personagens e a nossa própria história”, finaliza.

Para Medeiros, existe um poder político fundamental na estrutura do teatro crítico, presente na discussão de ideias entre público e artistas, em conseguir fazer com que as informações alcancem um grande número de pessoas. Com isso, a consultora afirma que o que foi discutido é capaz de causar impacto e reflexão, mas também mudanças no entorno de quem estiver presente enquanto público.

“Falar sobre raça ainda causa impacto porque trazemos para a discussão pautas que estão muito soltas e desarrumadas. Quem sabe provocando discussões, aquela pessoa saia dali e não fique só nos aplausos, emoção ou no desfrute no espetáculo. Quem sabe possa ser transformador para que possam adotar práticas antirracistas de fato”, afirma Medeiros.

Os capítulos de “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino” são apresentados de quinta a sábado até 7 de agosto, com ingressos entre R$ 25 e R$ 150 . Todos os domingos, há transmissão pelo Teatro Sérgio Cardoso Digital, que pode ser assistida pelo site ou aplicativo do #CulturaemCasa.

Fonte: IG Mulher

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