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Fred Gahyva assume cadeira na Câmara e reafirma compromisso com o povo cuiabano

Publicado em

15/04/2025
Fred Gahyva assume cadeira na Câmara e reafirma compromisso com o povo cuiabano

Ana Cláudia Fortes – assessoria Vereador Fred Gahyva&nbsp

Na sessão ordinária desta terça-feira (15), o vereador suplente Fred Gahyva (Republicanos) participou oficialmente de sua primeira sessão como parlamentar em exercício na Câmara Municipal de Cuiabá. Ele assumiu a vaga deixada temporariamente pela vereadora Maysa Leão (Republicanos), que se licenciou por 31 dias, sem remuneração.
Com 2.195 votos recebidos nas últimas eleições, Gahyva chega ao Legislativo com o objetivo de representar não apenas seus eleitores, mas toda a população cuiabana — especialmente os que mais necessitam da presença do poder público.
Em sua fala de estreia, o vereador destacou sua trajetória na vida pública e reforçou o compromisso com uma política baseada no diálogo, na responsabilidade e na ética.
“Não sou um novato na política, nem alguém de fora. Tenho uma história construída com seriedade, tanto em funções técnicas quanto políticas. Estou aqui para servir com responsabilidade, diálogo e transparência”, afirmou.
Gahyva também destacou que pretende atuar como ponte entre as demandas das ruas e as ações do Parlamento, reforçando a importância de um mandato participativo e atento à realidade das comunidades.
“Quero trazer para esta Casa os problemas da vida real e cobrar soluções. O povo cuiabano espera respostas, e minha missão aqui é dar voz a essas demandas. Meu mandato está à disposição de todos, inclusive daqueles que muitas vezes se sentem invisíveis”, completou.
Durante o discurso, o parlamentar fez questão de agradecer à vereadora Maysa Leão pela oportunidade, além de reforçar sua gratidão à família, ao partido e aos eleitores que confiaram em seu nome nas urnas.
“Assumo esse mandato com gratidão, coragem e a certeza de que política se faz com propósito, ética e compromisso com as pessoas. Quero retribuir cada voto que recebi — e atender a todos os cuiabanos com trabalho sério e presença constante”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Comissão de Segurança aprova projeto de Ranalli que quer apagar símbolos de facções de espaços públicos em Cuiabá

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Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Rafael Ranalli 
Cuiabá pode ver muros, escolas, praças, unidades de saúde e até lápides de cemitérios livres de siglas e recados para facções criminosas. É o que prevê projeto do vereador Rafael Ranalli (PL), aprovado nesta quinta-feira (4) na Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal, que sugere que o poder público apague símbolos e inscrições que façam referência ao crime organizado em qualquer espaço do patrimônio municipal.
Pelo texto, o município passa a tratar como prioridade a retirada de símbolos, sinais, inscrições ou nomes que façam apologia a organizações criminosas em prédios públicos, praças, escolas, unidades de saúde e demais bens municipais. A regra também vale para túmulos em cemitérios da cidade, onde não é raro encontrar lápides com sigla de facção e frases exaltando integrantes ligados ao crime.
Ranalli argumenta que essas marcas espalhadas pelos bairros não são grafite inocente. Para ele, a sigla da facção no muro da escola ou do posto de saúde ajuda a naturalizar o crime, principalmente nas regiões mais vulneráveis, e vira referência para crianças e adolescentes que crescem cercados por esse tipo de recado.
Durante a votação, ele endureceu o tom ao falar da influência das facções sobre os jovens: “A gente sabe dessa infestação nefasta na juventude, vendendo a ideia de que o caminho mais fácil pro jovem conseguir alguma coisa é o mundo do crime. Bandido tem vida curta: ou chora o bandido ou chora a mãe do bandido. Então, o máximo que a prefeitura e esta Casa podem fazer é criar leis que coíbam a entrada de crianças no crime organizado”, disparou.
O projeto também cobra ação do Executivo além da tinta e do rolo de pintura. O texto fala em criar um canal de denúncia seguro para que qualquer morador avise onde há marca de facção em bem público e em treinar vigilantes, funcionários de cemitérios, da saúde e da educação para identificar esse tipo de símbolo e acionar a remoção.
Na rede municipal de ensino, a proposta prevê reforço em ações educativas sobre cidadania, direitos humanos e prevenção à entrada de jovens no crime organizado, levando o debate para dentro da sala de aula com atividades específicas sobre violência, aliciamento e alternativas fora da criminalidade.
Outro ponto é o uso de tecnologia e inteligência para mapear onde essas marcas aparecem e como se espalham pela cidade, além da possibilidade de fechar parcerias com entidades privadas e organizações da sociedade civil para ajudar na execução das ações.
Na justificativa, Ranalli cita a estrutura estadual já montada contra o crime organizado, como o Gaeco e comitês integrados de combate, e afirma que, mesmo assim, Cuiabá segue registrando crescimento de sinais de facções em escolas, praças, muros e outros espaços públicos, o que teria motivado a proposta.
Depois de passar pela Comissão de Segurança, o projeto segue para votação no plenário da Câmara. A aposta de Ranalli é que, tirando as marcas das facções da paisagem e reforçando o trabalho nas escolas e nos bairros, Cuiabá consiga diminuir o espaço de influência do crime organizado sobre crianças e jovens.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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