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FRANGO/CEPEA: Valor da carne sobe em julho; filé registra recorde

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Cepea, 5/8/2022 – Os preços da carne de frango subiram em julho, com recuperação frente ao movimento de queda verificado em maio e em junho. Segundo pesquisadores do Cepea o aumento dos preços é pautado principalmente pela baixa disponibilidade interna de carne de frango devido aos embarques elevados e ao maior consumo da população, que procura proteínas mais baratas por conta da forte inflação. Assim, em julho, o preço médio do frango inteiro comercializado na Grande São Paulo atingiu o maior patamar mensal dos últimos três meses, em termos reais (IPCA de junho/22). O produto congelado registrou média de R$ 7,76/kg na região paulista no último mês, alta de 4,7% frente à do mês anterior. Mesmo com os avanços, o preço de julho ainda esteve 4,9% abaixo da média verificada no mesmo período de 2021. Para os cortes e miúdos também comercializados no atacado da Grande São Paulo, dentre os produtos acompanhados pelo Cepea, apenas a asa se desvalorizou em julho. A demanda específica pelo produto para churrascos e confraternizações tende a se reduzir no período de inverno, devido às temperaturas mais baixas. Na contramão, o que mais se valorizou foi o filé de peito, que tem tido tendência de alta desde meados de março deste ano. O preço é recorde real da série histórica do Cepea, iniciada em 2004 (IPCA de junho/22). No último mês, o produto congelado teve média de R$ 16,06/kg, que, além de recorde, é 5,5% maior que a média de junho e 22,5% superior ao valor registrado em julho/21. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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O Boletim do Suíno de julho está disponível no site!

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Cepea, 09/08/2022 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje o Boletim do Suíno de julho de 2022.

Confira aqui a publicação!

Abaixo, alguns trechos:

Mercado em julho

Apesar do recuo nos preços do suíno vivo na segunda quinzena de julho, na média do mês, o preço do animal posto na indústria ainda superou a de junho, sendo também a quinta alta mensal consecutiva, em termos nominais.

Preços e exportações

As vendas externas dos produtos suinícolas in natura tiveram forte incremento de junho para julho. No entanto, o preço pago pela tonelada da carne brasileira no mercado internacional recuou.

Relação de troca e insumos

A queda no preço do milho e a valorização do suíno vivo entre junho e julho sustentaram, pelo quinto mês consecutivo, um cenário mais favorável ao produtor, à medida que manteve em recuperação o poder de compra do suinocultor frente ao insumo. No caso do farelo de soja, os valores registraram avanço, mas de forma menos intensa que o animal vivo, contexto que também resultou em melhora na relação de troca ao produtor.

Carnes concorrentes

Os preços médios de julho das carnes suína, de frango e bovina, todas comercializadas no atacado da Grande São Paulo, registraram altas frente aos de junho. O movimento de avanço nos valores da proteína suína esteve mais intenso, contexto que reduziu a competitividade desta carne frente às substitutas.

Fonte: CEPEA

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