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Em crise com a Rússia, Ucrânia recebe oração do Papa

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Aumenta tensão na fronteira entre Rússia e Ucrânia
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Aumenta tensão na fronteira entre Rússia e Ucrânia

O papa Francisco falou sobre duas crises atuais no mundo durante o tradicional Angelus e na missa na Basílica de São Pedro neste domingo (23): a  crise na Ucrânia e as constantes mortes de migrantes no mar durante a travessia para a Europa.

“Sigo com preocupação o aumento das tensões que ameaçam fazer infringir um novo golpe contra a paz na Ucrânia e colocam em discussão a segurança do continente europeu, com repercussões ainda mais vastas. Faço um apelo para todas as pessoas de boa vontade para que elevem orações ao Deus onipotente para que cada ação e iniciativa política estejam a serviço da fraternidade humana mas do que dos interesses de cada parte”, disse o líder religioso.

Francisco ainda sugeriu que “visto as tensões atuais”, deve ser realizado pelos cristãos um dia de oração pela paz no dia 26 de janeiro.

“Quem persegue os próprios objetivos causando danos nos outros despreza a própria vocação do homem porque todos fomos criados como irmãos”, acrescentou.

A tensão na fronteira ucraniana vem por conta do risco de uma guerra causada pela invasão de tropas russas. Os ocidentais que apoiam Kiev – Estados Unidos, Reino Unido e União Europeia – já enviaram também milhares de equipamentos militares para reforçar os soldados ucranianos.

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Conversas diplomáticas estão sendo realizadas entre as partes, mas o clima de tensão aumenta dia após dia.

Migrantes – Pouco antes da celebração tradicional dos domingos, o Pontífice também rezou pelos migrantes.

“Quanta dor sentimos ao ver irmãos e irmãs nossas morrendo no mar porque ninguém os deixa desembarcar. E isso alguns fazem em nome de Deus”, disse aos fiéis.

O tema é um dos mais sensíveis durante o pontificado de Francisco que, sempre que pode, pede o acolhimento dos deslocados e refugiados.

Fonte: IG Mundo

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Norte da Ucrânia é alvo de bombardeio intenso a partir de Belarus

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Norte da Ucrânia é alvo de bombardeio intenso a partir de Belarus
Reprodução/Ministério da Defesa da Federação Russa

Norte da Ucrânia é alvo de bombardeio intenso a partir de Belarus

A região fronteiriça norte da Ucrânia de Chernihiv foi alvo de “bombardeamentos intensos” disparados a partir do território da Bielorrússia, aliada da Rússia, disse o exército ucraniano num comunicado neste sábado.

“Por volta das 5.00 da manhã (2.00 GMT), a região de Chernigiv sofreu um bombardeamento intenso por mísseis. Vinte foguetes, disparados do território da Bielorrússia e do ar, atingiram a aldeia de Desna”, escreveu o comando militar do norte da Ucrânia no Facebook, acrescentando que até o momento não houve relatos de vítimas.

Ucrânia perde controle da penúltima cidade de Luhansk

Após semanas de duros combates, as forças de Kiev que lutavam em Severodonetsk vão se retirar da cidade no Leste ucraniano, anunciou o governador Serhiy Gaidai nesta sexta-feira. A área era o epicentro mais recente do conflito com os russos, e o recuo abre caminho para que o Kremlin amplie seu domínio em Donbass, região que compreende os territórios de Donetsk e Luhansk, em uma das vitórias mais cruciais para o presidente Vladimir Putin desde que a invasão começou, há exatos quatro meses.

“As Forças Armadas ucranianas terão que se retirar de Severodonetsk. Receberam ordens para isto. Permanecer em posições que foram bombardeadas incessantemente durante meses não faz mais sentido”, escreveu Gaidai, o governador de Luhansk, em seu canal oficial no Telegram, afirmando que a cidade foi “quase transformada em escombros” pelos bombardeios contínuos.

“Todas as infraestruturas críticas foram destruídas: 90% da cidade foi danificada e 80% das casas terão que ser demolidas.”

A conquista de Severodonetsk, na margem leste do rio Donetsk, permitirá aos russos concentrarem seus esforços na tomada da cidade vizinha, Lysychansk, que fica do outro lado do rio e é a última sob controle ucraniano em Luhansk. Inicialmente fora da lista de prioridades russas após a invasão iniciada no dia 24 de fevereiro, as cidades voltaram a serem lembradas após a mudança nos planos de Moscou, no final de março.

*Com informações da AFP

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Fonte: IG Mundo

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