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Distrito Federal inicia vacinação de crianças a partir de 6 anos

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O Distrito Federal (baixou para 6 e 7 anos a idade das crianças que podem procurar os postos de saúde da capital para se vacinar contra covid-19. A nova faixa etária vale a partir deste sábado (22). Até ontem (21), só estavam sendo vacinadas crianças com 8 anos ou mais ou com comorbidades e deficiências permanentes.

As crianças serão imunizadas com a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. A inclusão do imunizante no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19 foi anunciada nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde.

A marca foi autorizada para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que avaliou segurança e eficácia do imunizante e permitiu a aplicação no público infantil.

As crianças de 5 a 11 anos e de 8 a 11 anos que têm comorbidades poderão procurar os postos que aplicam doses da Pfizer. Caso estas acabem, pessoas com idade entre 6 e 17 anos podem ser imunizadas com a CoronaVac. Pessoas com mais de 18 anos podem continuar recebendo doses das marcas CoronaVac, Pfizer ou AstraZeneca.

Os locais de vacinação, que ficam abertos hoje até as 17h, estão informados no site da Secretaria de Saúde. Segundo o Governo do Distrito Federal, há 230 mil crianças a partir dos 6 anos e um estoque de 500 mil doses da CoronaVac.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Campinas terá hospital para cirurgias de cabeça e pescoço

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Construído com recursos de uma indenização pública milionária, o Instituto de Otorrinolaringologia & Cirurgia de Cabeça e Pescoço (IOU) será inaugurado na terça-feira (28) na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A unidade terá capacidade para 200 mil atendimentos e 4 mil cirurgias por ano, com 70% dos atendimentos voltados para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 30% para o privado.

A construção do instituto foi iniciada em 2020 com verba oriunda de uma indenização por dano moral coletivo. O recurso é resultado de ação civil pública do caso Shell-Basf, um acordo assinado na Justiça do Trabalho para compensar a contaminação na planta industrial de agrotóxicos em Paulínia (SP). O valor foi de R$ 65 milhões. 

O instituto, sem fins lucrativos, funcionará como um hospital-escola, com atendimentos, cirurgias, além de ensino e pesquisa. A instituição vai oferecer tratamento multidisciplinar com procedimentos modernos e cirurgias com métodos pouco invasivos, contemplando pacientes com câncer, com doenças do trato respiratório e otorrino (nariz, ouvido e garganta).

Estudantes

A unidade vai receber 130 estudantes da Unicamp por ano, tanto de medicina, como de fonoaudiologia, além de residentes de todas as partes do Brasil. O IOU vai contar ainda com um laboratório de genômica para desenvolvimento de pesquisas, que será coordenado pelo cientista especializado em genética Paulo Arruda. Haverá duas linhas de pesquisa: genética da surdez e a genética de cânceres de cabeça e de pescoço.

Entre os principais atendimentos a serem realizados no hospital estão: câncer de cabeça e pescoço, deficiência auditiva, criança traqueostomizada, doenças do equilíbrio, paralisia facial, disfagia, medicina do sono, doenças da cavidade oral, doenças da voz, deformidades esqueléticas da face, distúrbios da respiração, deglutição e fonação e comunicação.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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