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Covid-19: Pequim aumenta vigilância com alta de casos antes dos Jogos

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A cidade de Pequim intensificou as iniciativas para conter as infecções pela covid-19, decretando a obrigatoriedade de checagens entre empresas da cadeia de frios e exigindo que moradores cortem as reuniões desnecessárias, enquanto a cidade reporta uma alta de casos locais semanas antes do início dos Jogos Olímpicos de Inverno.

Pequim tinha três infecções transmitidas de forma doméstica, com sintomas confirmados, na quarta-feira (19), incluindo uma delas reportada anteriormente como um portador assintomático do vírus no dia 18 de janeiro, de acordo com dados das autoridades sanitárias locais, em comparação com uma infecção local confirmada no dia 18.

A cidade reportou menos de dez infecções locais de covid-19 desde 15 de janeiro, com a detecção das variantes Delta e Ômicron, uma contagem pequena em comparação com o resto do mundo.

Entretanto, a cidade e a China ainda estão trabalhando sob recomendações de controlar qualquer detecção de casos assim que possível. A estratégia leva em conta uma urgência extra, enquanto Pequim e a província vizinha de Hebei se preparam para receber os Jogos Olímpicos de Inverno no dia 4 de fevereiro, enquanto a atual temporada de viagens por conta das comemorações do Ano Novo Lunar aumentam o risco de transmissão do vírus no país.

A cidade de Pequim deve imediatamente iniciar inspeções totais nas indústrias da cadeia de frios e tornar a testagem de funcionários e bens mais frequente, afirmou o governo municipal em nota na noite de quarta-feira (19), após algumas infecções serem detectadas em trabalhadores do setor de frigoríficos.

Moradores são aconselhados a reduzir movimentos e reuniões desnecessárias, enquanto crianças, pessoas mais velhas e em saúde mais frágil deveriam evitar espaços públicos tumultuados, afirmou a autoridade sanitária municipal em nota na quarta-feira (19).

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Águas abertas: Ana Marcela Cunha conquista ouro nos 5 km no Mundial

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A baiana Ana Marcela Cunha conquistou, nesta segunda-feira (27), a medalha de ouro na prova de cinco quilômetros em águas abertas no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, realizado em Budapeste (Hungria). A brasileira completou o percurso em 57min52s90, menos de um segundo à frente da francesa Angelie Muller, segunda colocada. A italiana Giulia Gabbrielleschi levou o bronze.

Foi a 13ª medalha de Ana Marcela em Mundiais, sendo a sexta dourada e a segunda nos cinco quilômetros – a primeira dela foi há três anos, na edição de Gwangju (Coreia do Sul). A gaúcha Viviane Jungblut, que já havia competido em duas provas de piscina (800 metros e 1,5 metros) e no revezamento em águas abertas, terminou a disputa desta segunda em sétimo.

“Cada medalha tem seu gosto especial, tem uma preparação diferente e uma preparação por trás de cada medalha. Acho que a minha primeira medalha, que foi de bronze, foi nos cinco quilômetros. Ali tudo começou. Hoje, chegar a 13ª medalha, mostra a consistência do nosso trabalho e estou muito feliz com mais essa conquista”, disse a baiana, de 30 anos, ao site da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA).

Ana Marcela no Mundial de Esportes Aquáticos Ana Marcela no Mundial de Esportes Aquáticos

Ana Marcela no Mundial de Esportes Aquáticos – Divulgação/CBDA/Direitos Reservados

Ana Marcela cai novamente nas águas de Budapeste na quarta-feira (29), às 3h (horário de Brasília), para a prova de dez quilômetros, distância olímpica da modalidade na qual a brasileira foi medalhista de ouro nos Jogos de Tóquio (Japão), no ano passado. Na quinta-feira (30), às 4h, será a vez dos 25 quilômetros, disputa em que é tetracampeã mundial.

Na prova masculina de cinco quilômetros, o Brasil foi representado pelo paulistano Bruce Hanson (21º) e pelo carioca Gabriel Arteiro (22º). Foi a estreia deles em provas individuais em Mundiais. Bruce volta a competir na quinta, às 7h, com o carioca Guilherme Costa, o “Cachorrão”, nos dez quilômetros.

Ingrid faz história

Também nesta segunda-feira, Ingrid Oliveira terminou a prova da plataforma de dez metros de saltos ornamentais na quarta posição, com 327.10 pontos. O resultado da carioca, de 26 anos, foi o melhor da história do Brasil na modalidade em Mundiais, superando a quinta colocação do brasiliense Cesar Castro no trampolim de três metros na edição de Roma (Itália), em 2009.

Ingrid brigou pelo pódio com a malaia Pandelela Pamg (que levou o bronze, com 338.85 pontos) e com a canadense Caeli Mckay (que ficou em quinto, com 318.45 pontos). A medalha de ouro ficou com a chinesa Yuxi Chen (417.25 pontos), que teve a compatriota Hongchan Quan (416.95 pontos) na sequência. Ambas também estiveram no pódio em Tóquio, com Quan em primeiro e Chen em segundo.

Edição: Aline Leal

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