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Contribuição ao INSS sobe; veja uma simulação com os novos valores

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Agência do INSS
Martha Imenes

Agência do INSS

Devido ao reajuste nos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), as faixas de contribuição de trabalhadores empregados, domésticos e trabalhadores avulsos também foram atualizadas. Dessa forma, a partir de fevereiro, o desconto no salário relativo à previdência será maior.

Aqueles que ganham até R$ 1.212 estão sujeitos à alíquota de 7.5%; quem ganha entre R$ 1.212,01 até R$ 2.427,35 terá o desconto em folha de 9%; os que ganham entre R$ 2.427,36 até R$ 3.641,03, de 12%; e quem ganha de R$ 3.641,04 até R$ 7.087,22, de 14%.

Os recolhimentos relativos aos salários de dezembro de 2021 e efetuados em janeiro ainda respeitam a tabela anterior. Portanto, essas novas alíquotas, relativas aos salários de janeiro, deverão ser recolhidas só em fevereiro.

O especialista em Direito do Trabalho e previdenciário social, Fernando Bosi, sócio do Almeida Advogados, ratifica que, a partir da reforma da Previdência em 2019, as alíquotas passaram a ser aplicadas de forma progressiva. É como se o salário fosse fatiado em faixas e sobre cada uma delas incidisse uma alíquota diferente, fazendo com que a alíquota efetiva aplicada seja menor.

No caso de uma pessoa que ganha R$ 2.500, por exemplo, sobre a fatia de até R$ 1.212, incide a menor alíquota, totalizando R$ 90,90 a serem pagos; sobre a fatia entre R$ 1.212 e R$ 2.427,36, incidem 9%, o equivalente a R$ 109,38; já no restante, incide o índice de 12%, traduzido em R$ 8,72. Sendo assim, no total, esse trabalhador terá desconto de R$ 209 no seu salário para contribuição ao INSS.

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Contribuição individual e facultativa

No caso de contribuintes individuais e facultativos, Átila Abella, cofundador da legaltech Previdenciarista, diz que a alíquota de 20% permanece, com pagamento limitado ao novo teto previdenciário de R$ 7.087,22.

“O autônomo tem que pagar 20%, pela regra geral, daquela remuneração que ele conseguiu obter com seu trabalho no mês anterior. Se produziu R$ 5 mil, tem que reverter R$ 1 mil para contribuição”, explica o advogado: “Já contribuintes facultativos, por exemplo uma dona de casa ou um estudante que quer começar a pagar o INSS, podem recolher 20% do valor que desejarem.”

Abella ainda acrescenta a possibilidade da contribuição por alíquotas reduzidas, no caso de quem quer se aposentar por idade ou receber benefícios por incapacidade:

“Nesse caso, a contribuição é de 11% sobre o salário mínimo. Mas quem comprovar renda familiar de até dois salários mínimos, sendo considerado baixa renda, pode ter a contribuição reduzida a 5% para ter vínculo com INSS.”

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Por que 18% dos domicílios não têm acesso à internet? iGdeias debate

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iGdeais: Por que 15% dos domicílios ainda não têm acesso à internet?
Brasil Econômico

iGdeais: Por que 15% dos domicílios ainda não têm acesso à internet?

O acesso à internet no Brasil, embora bastante desigual, vem crescendo nos últimos anos. Em 2019, 71% dos domícilios acessavam a rede no nosso país. Em 2021, esse número subiu para 82%. Ainda assim, cerca de 35,5 milhões de lares ainda não estão conectados,  o que representa 18% da população.

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A diferença fica ainda maior se olharmos para as classes. No ano passado, 100% das famílias da classe A tinham acesso à internet, ante 98% da classe B e 89% da classe C. Já nas classes D e E, apenas 61% dos domicílios acessavam a rede.

Entre as regiões, o Nordeste é a com menos conectados: 77% da população. Em seguida, vem Norte (79%), Sul e Centro-Oeste (ambos com 83%). Sudeste é a região com mais pessoas com acesso à internet: 84%.

Pensando nisso, o iGdeias convidou o coordenador da pesquisa TIC Domicílios e analista de informações do Cetic.br|NIC.br, Fábio Storino, para debater os impasses para o acesso à internet no Brasil. Por que 18% dos domicílios brasileiros ainda não estão conectados no nosso país?

A transmissão ocorrerá nos canais oficial do Portal iG no YouTube , Facebook , LinkedInTikTok e Twitter , a partir das 12 horas.

A live será mediada pelos repórteres do Brasil Econômico, João Vitor Revedilho e Dimítria Coutinho.

A pesquisa TIC Domicílios também revela que a desigualdade acontece no dispositivo utilizado para acessar a internet. Em todo o Brasil, 64% dos usuários de internet acessavam a rede apenas através do celular, taxa que cresceu bastante nas camadas mais pobres da sociedade.

Entre usuários das classes D e E, 89% acessavam a internet apenas pelo celular; na classe C, eram 67%; na classe B, 33%; e na classe A, 32%.

Fonte: IG ECONOMIA

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