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CITROS/CEPEA: Com oferta reduzida, laranja e tahiti se valorizam

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Cepea, 5/8/2022 Os preços dos cítricos seguem em alta nesta semana. Segundo colaboradores do Cepea, ainda que a demanda não esteja tão aquecida, a oferta, no geral, está menor. No caso da laranja, os meses de seca estão reduzindo a qualidade das frutas que estão nas árvores. Assim, elas acabam não atingindo o padrão exigido pelo mercado de mesa e precisam ser redirecionadas à indústria. Além disso, mais produtores têm priorizado os contratos com as processadoras. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera teve preço médio de R$ 35,71/cx de 40,8 kg, na árvore, alta de 2,01% na comparação com o da semana passada. A rubi, por sua vez, está sendo comercializada à média de R$ 30,08/cx, aumento de 0,84% na mesma comparação. No caso da lima ácida tahiti, as valorizações semanais têm sido mais expressivas. Produtores consultados pelo Cepea indicam que, finalmente, a oferta da fruta está ficando mais restrita. Na parcial desta semana, a tahiti teve média de R$ 30,38/cx de 27 kg, colhida, elevação de 45,32% em comparação com a da semana passada. Para esta fruta, a previsão é de que os preços continuem subindo semana a semana, visto que não há expectativa de recuperação da oferta no curto prazo. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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O Boletim do Suíno de julho está disponível no site!

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Cepea, 09/08/2022 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje o Boletim do Suíno de julho de 2022.

Confira aqui a publicação!

Abaixo, alguns trechos:

Mercado em julho

Apesar do recuo nos preços do suíno vivo na segunda quinzena de julho, na média do mês, o preço do animal posto na indústria ainda superou a de junho, sendo também a quinta alta mensal consecutiva, em termos nominais.

Preços e exportações

As vendas externas dos produtos suinícolas in natura tiveram forte incremento de junho para julho. No entanto, o preço pago pela tonelada da carne brasileira no mercado internacional recuou.

Relação de troca e insumos

A queda no preço do milho e a valorização do suíno vivo entre junho e julho sustentaram, pelo quinto mês consecutivo, um cenário mais favorável ao produtor, à medida que manteve em recuperação o poder de compra do suinocultor frente ao insumo. No caso do farelo de soja, os valores registraram avanço, mas de forma menos intensa que o animal vivo, contexto que também resultou em melhora na relação de troca ao produtor.

Carnes concorrentes

Os preços médios de julho das carnes suína, de frango e bovina, todas comercializadas no atacado da Grande São Paulo, registraram altas frente aos de junho. O movimento de avanço nos valores da proteína suína esteve mais intenso, contexto que reduziu a competitividade desta carne frente às substitutas.

Fonte: CEPEA

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