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Carrefour oferece bolsas de curso de capacitação para pessoas negras

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O curso será online e terá duração de três meses
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O curso será online e terá duração de três meses

O Grupo Carrefour Brasil lançou um programa de capacitação profissional para oferecer bolsas de estudos de inovação, empreendedorismo, criatividade, metodologia e UX Research para pessoas negras e pardas de todo o país, com idades entre 18 e 30 anos. As inscrições vão até o dia 28 de agosto. A ação é realizada em parceria com a startup do ramo educacional DIO – Digital Innovation One.

O programa chamado Inova Tec será on-line, com duração de três meses, e voltado para as demandas do mercado de inovação. Também contará com acompanhamento do desempenho dos participantes. A iniciativa oferece atividades educacionais em tempo real de acordo com a disponibilidade de cada estudante.

As bolsas de estudo incluem ainda um cartão pré-pago com o valor mensal de R$ 180 por participante e será dividido em R$ 60 para internet e R$ 120 para alimentação, além da realização de uma Feira de Inovação e uma competição dos melhores projetos práticos de todos os alunos ao fim do programa.

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Veja como fazer as inscrições

As inscrições estão abertas a pessoas que se autodeclaram negras e pardas, em situação de vulnerabilidade social e que tenham interesse em se desenvolver na área de inovação. Também será preciso que o participante resida no Brasil, apresente comprovante de renda per capita (por pessoa) igual ou inferior a 1,5 salário mínimo (R$ 1.818), tenha concluído o ensino fundamental II (equivalente ao 9º ano) e disponibilidade para participar das aulas, no turno da manhã, entre segunda e sexta-feira, ao longo da duração do programa.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo  site  até o dia 28 de agosto.

Fonte: IG ECONOMIA

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ECONOMIA

Ministro diz que desemprego cairá para 8% antes do fim do ano

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Atualmente em 9,3%, a taxa de desemprego pode cair para 8% antes do fim do ano com a recuperação econômica, disse hoje (9) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele participou, nesta noite, da abertura do congresso da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), em Brasília

“Antes de o ano acabar nós estamos descendo [a taxa de desemprego] para 8%. Vamos terminar o ano com o menor desemprego que já vimos nesses últimos 10, 15 anos”, declarou o ministro.

Na avaliação de Guedes, o Brasil está entrando num longo ciclo de investimentos. Segundo ele, a economia brasileira está em situação melhor que a de países desenvolvidos, que estão entrando em recessão, e que a de outros países latino-americanos, que estão “desmanchando”, nas palavras do ministro.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), a taxa de desemprego atingiu, no trimestre encerrado em junho, o menor nível para o período em sete anos. Guedes atribuiu parte da recuperação do mercado de trabalho à melhoria do ambiente de negócios, com a redução da burocracia. “O Brasil está em um longo ciclo de crescimento. Criamos um ambiente de negócios que já tem contratos de R$ 890 bilhões. É 10 vezes o que um ministro investe”, ressaltou.

Renegociação de dívidas

Sem dar detalhes, Guedes disse que a equipe econômica pretende ampliar os programas de transação tributária (renegociação de dívidas com o governo). Segundo ele, o comércio, os serviços e o setor de eventos devem ter as mesmas possibilidades para regularizar os débitos que outros segmentos afetados pela pandemia de covid-19 tiveram nos últimos anos. Guedes disse que o modelo de transação tributária já foi desenhado pelo Ministério da Economia.

O ministro repetiu declarações recentes de que, diferentemente de outros países, o Brasil atravessou a pandemia sem que a dívida pública explodisse. “O Brasil está de pé. Atravessou duas grandes guerras”, declarou.

Em 2019, a dívida bruta do governo geral estava em 74,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Com os gastos extras relacionados à pandemia, chegou a 88,8% em 2020. Com a recuperação da economia e o aumento da arrecadação, tem caído e está atualmente em 78,2% do PIB.

Abertura comercial

Destacando que o Brasil está com o plano de adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) aprovado, Guedes afirmou que empresas europeias passaram a manifestar interesse em investir no Brasil após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia. “Hoje, existe essa percepção e, com a guerra da Ucrânia, a ficha caiu para eles”, comentou.

Guedes disse ter conversado com um ministro francês (sem citar o nome) para pedir que a Europa abra o mercado aos produtos brasileiros. “Nosso comércio com vocês [a Europa] era de US$ 2 bilhões no início do século. Com a China foram US$ 2 bilhões também. Hoje, nós comercializamos com vocês US$ 7 bilhões. E comercializamos com a China US$ 120 bilhões”, relatou Guedes, em suas palavras, ao representante do governo francês.

“Vocês estão ficando irrelevantes para nós. É melhor vocês nos tratarem bem porque se não vamos ligar o ‘foda-se’ para vocês e vamos para o outro lado porque estão ficando irrelevantes”, acrescentou.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Economia

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