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POLÍTICA NACIONAL

Câmara dos Deputados se ilumina de verde no Dia Mundial de Conscientização sobre a Hipofosfatemia

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POLÍTICA NACIONAL

Pierre Triboli
Prédio do Congresso Nacional iluminado de verde. Ao fundo a noite escura
Câmara e Senado costumam ganhar iluminação colorida em datas especiais

A Câmara dos Deputados fica iluminada de verde nesta quinta-feira (23) pelo Dia Mundial de Conscientização sobre a Hipofosfatemia ligada ao cromossomo X, também conhecida como raquitismo hipofosfatêmico ou XLH. A enfermidade é uma doença rara e progressiva causada pela deficiência de fosfato no sangue, quase sempre hereditária.

A iluminação especial foi sugerida pelo deputado Marcelo Aro (PP-MG).

O fosfato desempenha papel fundamental na formação e crescimento dos ossos na infância e ajuda a manter a resistência óssea em adultos. O raquitismo hipofosfatêmico pode ser causado por mutações em vários genes. O mais comum, no entanto, é o ligado ao cromossomo X.

Os sintomas surgem logo nos primeiros anos de vida, ficando mais evidentes após a criança começar a andar. Formas graves da doença podem causar dor nos ossos e nas articulações, desenvolvimento de ossos frágeis, curvatura das pernas e outras deformidades ósseas e baixa estatura. Por ser uma doença progressiva, se não for tratada, os sintomas pioram com o tempo.

O diagnóstico, normalmente, é feito por meio de radiografias ósseas e testes genéticos. A doença também pode ser identificada pelo teste da bochechinha, realizado no primeiro ano de vida do bebê. No Brasil, o tratamento é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados
Edição – ND

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto define 19 de abril como “Dia da Resistência dos Povos Indígenas”

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Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Deputado Célio Moura fala ao microfone. Ele é branco, tem o cabelo grisalho e usa um terno azul marinho
Moura: ‘indígena’ é o termo aconselhado para se referir aos povos originários

O Projeto de Lei 1186/22 altera o Decreto-Lei 5.540/43 para denominar o dia 19 de abril como “Dia da Resistência dos Povos Indígenas”. A data hoje é conhecida como “Dia do Índio”, devido ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, ocorrido no México, em 1940. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

“O dito Dia do Índio não representa a real condição dos povos indígenas, pois transmite errônea impressão de que vivem isolados, não valoriza a contribuição na formação da nação e não rememora a luta e resistência contra o extermínio”, disse o autor da proposta, deputado Célio Moura (PT-TO), ao sugerir a mudança.

“Os povos originários são os autores de sua própria história, e não faz mais sentido a manutenção de um termo ultrapassado e equivocado como ‘índio’ na data em que supostamente se homenageia a existência deles”, continuou o parlamentar.

No início de junho, o presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente projeto que muda o nome do “Dia do Índio” para “Dia dos Povos Indígenas”. O veto ainda precisa ser analisado pelo Congresso.

Tramitação
O PL 1186/22 tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Direitos Humanos e Minorias; de Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Natalia Doederlein

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