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Bolsonaro desiste de reunião de presidentes na Colômbia e envia Mourão

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Bolsonaro e Mourão
Alan Santos / Presidência da República

Bolsonaro e Mourão

presidente Jair Bolsonaro desistiu de participar da reunião de presidentes do Fórum para o Progresso da América do Sul (Prosul), criado em 2019 por líderes conservadores da região, e designou o vice-presidente Hamilton Mourão para representá-lo. O evento ocorrerá na quinta-feira, em Cartagena, na Colômbia .

A decisão de Bolsonaro foi antecipada pelo site de notícias Metrópoles e confirmada pelo GLOBO. A razão da desistência não foi revelada. Uma fonte próxima ao Palácio do Planalto arriscou como palpite o fato de a data da reunião de cúpula coincidir com o dia da missa de sétimo dia da morte da mãe do presidente, dona Olinda .

A falta de explicações do Palácio do Planalto não ocorre apenas com a desistência da viagem do presidente à Colômbia. A agenda de Bolsonaro, que havia sido publicada na noite de domingo,  foi retirada do ar nesta segunda-feira. No lugar, aparece apenas a informação: “sem compromissos oficiais.”

Segundo O GLOBO apurou, Bolsonaro segue despachando de seu gabinete nesta segunda-feira. Ele recebeu o chanceler Carlos França nesta tarde para tratar justamente sobre a viagem à Colômbia.

Pela manhã, o presidente já não teria compromissos. Entretanto, à tarde, estavam previstos uma reunião com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e um evento no Palácio do Planalto de lançamento do Programa Nacional de Serviço Civil Voluntário, entre outras agendas.

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‘Ele não me entende’, diz Bolsonaro após encontro com Moraes

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Bolsonaro e Moraes se encontraram na última quarta-feira (22)
Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro e Moraes se encontraram na última quarta-feira (22)

presidente Jair Bolsonaro (PL) falou sobre o encontro que teve com o  ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na última semana e disse que eles não chegaram a um entendimento.

“Ele falou 90% do tempo, eu falei 10%. Foi mais ou menos cinco minutos de conversa, eu falei, ‘vamos conversar na próxima semana com mais tempo, pode ser em qualquer lugar'”, afirmou o mandatário ao programa 4 por 4, feito por apoiadores dele, na noite desse domingo (26).

“É para ver se chegamos a um entendimento, para ver se eu consigo entendê-lo e ele consegue me entender também, porque, pelo que ele falou ali, ele não me entende”, continuou.

O chefe do Executivo disse que o ministro teria dito “certas coisas que não procediam” e ainda criticou o que chamou de “interferências” do Supremo sobre os outros Poderes.

“Vai chegar um ponto final. Uma hora, vai acontecer uma tragédia que a gente não quer. Não estamos dando recado, aviso, todo mundo sabe o que está acontecendo. O Brasil não pode continuar desta forma, onde lá no Supremo, tem alguns ministros — não todos — que têm uma Constituição própria embaixo do braço”, afirmou. 

Na ocasião, Bolsonaro voltou a defender o  ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e disse que  deve anunciar Braga Netto como seu vice nas eleições ainda nesta semana.

Ribeiro foi preso na última quarta-feira (22) durante ação da Polícia Federal , mas solto um dia depois, após o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, cassar a prisão preventiva . Ele é investigado por corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência por suposto envolvimento em um esquema para liberação de verbas do Ministério da Educação (MEC). 

Além do ex-ministro, os  pastores Gilmar Santos e Arilton Moura , o ex-assessor Helder Diego da Silva Bartolomeu e o ex-gerente Luciano de Freitas Musse , também foram presos por suspeita de participação no mesmo esquema.

Bolsonaro e Moraes se encontraram na última quarta, durante um jantar em homenagem ao ministro do STF Gilmar Mendes, na casa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Moraes é reator de vários inquéritos contra o presidente na Corte  e vai presidir o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no período das eleições. O  ministro é alvo constante de ataques de Bolsonaro.

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