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Bitcoin cai e tem pior começo de ano da história; entenda

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Bitcoin cai e tem pior começo de ano da história
Felipe Moreno

Bitcoin cai e tem pior começo de ano da história

O Bitcoin está em queda livre, chegando a ter um recuo de 9,9% na manhã desta sexta-feira (21), batendo US$ 38.536 – a queda está generalizada em todo o mercado de criptomoedas, com o ethereum, a segunda principal moeda, perdendo ainda mais, com queda de 13,11%, a US$ 2.792. Outros criptoativos apresentam quedas ainda mais expressivas.

A queda leva o Bitcoin para o pior patamar em seis meses e faz com que o ativo tenha o pior começo de ano de sua história. A queda acumulada em janeiro já ultrapassa 15%.

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O movimento de hoje está relacionado a uma série de fatores, incluindo aí a perda do patamar de US$ 39.000, um importante suporte do mercado. As bolsas internacionais também não estão bem essa semana, e empresas de tecnologia estão entre as maiores perdedoras deste período – o que também é um fator que ajuda a derrubar criptomoedas.

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Governo de São Paulo reduz imposto sobre a gasolina

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O governo de São Paulo anunciou hoje (27) a redução da alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis. O valor da tributação passou de 25% para 18%. A estimativa é que a medida provoque queda de R$ 4,4 bilhões na arrecadação do estado.

Segundo o governador Rodrigo Garcia, a diminuição do imposto pode provocar redução de R$ 0,48 no preço da gasolina ao consumidor. De acordo com ele, o preço médio no estado, atualmente, é de R$ 6,97 e poderá ficar em R$ 6,50, se houver o repasse integral da renúncia fiscal aos valores cobrados nas bombas.

O Procon de São Paulo deverá divulgar a composição do preço dos combustíveis no estado para incentivar os postos e distribuidoras a repassar o corte do imposto para os preços cobrados do consumidor final.

Lei federal

A redução das alíquotas do ICMS atende à Lei Complementar Federal 94, de 2022, aprovada na quarta-feira passada (15). Pelo texto, que foi sancionado pelo presidente da República, os valores máximos de imposto que podem ser cobrados sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transportes coletivos ficaram entre 17% e 18%. Esses itens passaram a ser considerados essenciais para fins de tributação.

Educação e saúde

A redução das receitas provocará, segundo o governador, uma diminuição dos gastos em saúde, educação e tecnologia no estado. “A conta é muito simples: nós temos um orçamento vinculado de 30% [do ICMS] para educação, 12% para saúde”, detalhou sobre como o imposto é investido obrigatoriamente no estado. O ICMS financia ainda as universidades estaduais e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapesp).

De acordo com Garcia, a redução nas alíquotas provocará cortes proporcionais no orçamento dessas áreas. “Quando você reduz o ICMS, que estamos estimando em mais de R$ 4 bilhões só em relação à gasolina, você tira R$ 1,2 bilhão da educação, R$ 600 milhões da saúde, e assim sucessivamente”, destacou.

O presidente Jair Bolsonaro, ao sancionar a lei federal, vetou o artigo que previa aos estados a compensação, pela União, das perdas de receitas provocadas pela nova legislação.

Edição: Graça Adjuto

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