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“BBB 22”: Lumena pede para ser contratada como psicóloga da edição

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Lumena pede para ser contratada como psicóloga do '
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Lumena pede para ser contratada como psicóloga do ‘”BBB 22″

Lumena pode até ter saído cancelada do “BBB 21”, mas um ano depois deu a volta por cima. A ex-BBB tem feito sucesso comentando o “BBB 22” nas redes sociais e decidiu até pedir um emprego para Boninho. A sister está querendo ser a psicóloga dessa edição.

“Boninho me contrata para ser psicóloga desses participantes, por favor”, escreveu a ex-BBB no Twitter. Na verdade, até mesmo parte dos internautas está sentindo falta de uma participante como Lumena.

A maioria das críticas ao “BBB 22” é porque a edição está mais parada do que as anteriores. Ao contrário do ano passado, quando as brigas na casa já começaram logo nos primeiros dias, algumas causadas pela psicóloga, esse ano o público está sentindo falta dos conflitos, do jogo e dos barracos.

Além disso, Lumena também está sendo bastante lembrada nas redes sociais por conta das falas problemáticas dos outros participantes. Em uma semana do programa, Rodrigo usou termos racistas e transfóbicos. Além disso, mais de um participante se referiu a Linn da Quebrada no masculino, mesmo a cantora tendo “ela” tatuado na tela.

Lumena ficou famosa por militar bastante no “BBB” e chamar a atenção de participantes que tinham falas problemáticas. Nas redes socais, algumas pessoas estão dizendo que ela deveria estar no programa para brigar com quem fizesse algum comentário preconceituoso. A própria ex-BBB está brincando com esse assunto e dizendo que precisa ser a psicóloga do programa.


Fonte: IG GENTE

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Klara Castanho recebe mensagens de apoio de famosas

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Klara Castanho fez um desabafo sobre o estupro que sofreu
Reprodução/Instagram

Klara Castanho fez um desabafo sobre o estupro que sofreu


A atriz Klara Castanho, de 21 anos, revelou em uma carta aberta neste sábado que foi estuprada e colocou a criança para adoção. Logo em seguida, famosos e colegas de profissão da atriz usaram as redes sociais para manifestar solidariedade à atriz.

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“Esse é o relato mais difícil da minha vida. Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que eu sofri. Eu fui estuprada”, relatou a Klara, que viu seu nome entrar para os trending topics do Twitter depois que um colunista publicou que ela tinha engravidado e doado o bebê. O relato de Klara foi postado em seu perfil no Instagram.


“Não estava na minha cidade, não estava perto da minha família, nem dos meus amigos. Estava completamente sozinha. Não, eu não fiz boletim de ocorrência. Tive muita vergonha, me senti culpada. Tive a ilusão que se eu fingisse que isso não aconteceu, talvez eu esquecesse”, contou Klara.

As atrizes Cacau Protasio, Fabiana Karla e Pathy Dejesus, a apresentadora Maisa, as atletas do nado sincronizado Bia e Branca Feres e a modelo e apresentadora Isabella Fiorentino estão entre os nomes que apoiaram a atriz publicamente. Pathy , Bianca e Branca ofereceram “todo o amor a você, Klarinha”. Já Cacau mandou seu “amor e oração” para Klara. Isabella Fiorentino disse que a atriz é uma “menina maravilhosa”. Para Fabiana Karla mandou “amor, carinho e abraço”.

Na carta aberta, Klara afirma que demorou a descobrir a gravidez por não ter surgido mudanças físicas ou hormonais. No entanto, buscou um hospital por passar mal e descobriu a gestação. Ela ainda denunciou um segundo abuso: mesmo revelando o estupro ao médico, ouviu que 50% do DNA eram dela e que, por isso, ela seria obrigada a amá-lo.

“Contei ter sido estuprada expliquei tudo o que aconteceu. O médico não teve nenhuma empatia por mim. Eu não era uma mulher grávida que estava grávida por vontade e desejo, eu tinha sofrido uma violência. E mesmo assim esse profissional me obrigou a ouvir o coração da criança, disse que 50% do DNA eram meus e que eu seria obrigada a amá-lo”.

Segundo a atriz, no dia do parto, logo após o nascimento, ela já foi ameaçada pelo risco de o caso se tornar público – por lei, é um direito da vítima e do bebê o segredo de Justiça.

“Eu, ainda anestesiada do pós-parto, fui abordada por uma enfermeira que estava na sala de cirurgia. Ela fez perguntas e ameaçou: ‘Imagina se tal colunista descobre essa história’. (…) Quando eu cheguei no quarto, já havia mensagens do colunista, com todas as informações. Ele só não sabia do estupro. Eu ainda estava sob o efeito da anestesia. (…) Conversei com ele, expliquei tudo que tinha me acontecido. Ele prometeu não publicar”.

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Fonte: IG GENTE

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