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Ataque a bar gay em Oslo é investigado como terrorismo

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Ao menos duas pessoas morreram em ataque a boate na Noruega
Divulgação/London Pub

Ao menos duas pessoas morreram em ataque a boate na Noruega

O ataque a tiros a um bar gay em Oslo , na Noruega, que deixou ao menos dois mortos e 21 feridos, está sendo investigado como um “ato de terrorismo islâmico”, informaram as autoridades locais neste sábado (25). A ofensiva ocorreu na noite da última sexta-feira (24) no London Pub, um famoso bar e boate gay da capital norueguesa, e em outros dois lugares próximos: o clube de jazz Herr Nilsen e um estabelecimento de comida para viagem.

Duas pessoas foram baleadas e morreram na boate por volta da 1h (horário local). Outros 21 frequentadores foram hospitalizados, sendo três deles em estado grave. O suspeito de cometer o crime, um cidadão norueguês com origem iraniana de 42 anos, foi preso perto da boate, logo após o ataque. O homem é acusado de homocídio, tentativa de homicídio e atos de terrorismo. Duas armas de fogo foram apreendidas com ele. “Agora tudo indica que este ato foi cometido por apenas uma pessoa”, disse um policial em entrevista coletiva. As autoridades norueguesas ainda investigam as motivações do crime, mas suspeitam de crime de ódio. “Parece uma cena de guerra, com várias pessoas no chão com ferimentos na cabeça”, afirma uma testemunha, citada pela imprensa local. “O assassino estava muito determinado, especialmente para onde mirar. Quando percebi que era sério, fugi. Havia um homem ensanguentado caído no chão”, acrescentou uma mulher. Por causa do atentado, a Parada Gay Anual de Oslo, que deveria acontecer esta tarde, foi cancelada. “Todos os eventos relacionados ao Orgulho de Oslo foram cancelados” seguindo recomendações “claras” da polícia, escreveram os organizadores no Facebook.

Fonte: IG Mundo

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Funcionário de aeroporto rouba mala com rastreador digital e é preso

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Funcionário de aeroporto roubou mala que tinha rastreador digital da Apple
Divulgação/Apple

Funcionário de aeroporto roubou mala que tinha rastreador digital da Apple

O funcionário de uma companhia aérea foi preso sob a acusação de roubar itens de bagagens com valor avaliado em 16,6 mil dólares (cerca de R$ 85,8 mil na cotação atual) em um aeroporto da Florida, nos Estados Unidos . Mas a prisão só aconteceu graças à ajuda de um equipamento eletrônico bem específico. 

Giovanni De Luca, de 19 anos, roubou uma bagagem que continha um AirTag, rastreador digital da Apple criado com o objetivo de encontrar objetos perdidos. A empresa recomenda que ele seja usado exatamente em malas, mochilas e chaveiros. 

De acordo com Gabinete do Xerife do Condado de Okaloosa, o homem natural de Mary Esther, cidade localizada no estdo da Flórida, roubou a bagagem de uma passageira em julho deste ano. Ela relatou que seus pertences, no valor de 1,6 mil dólares (R$ 8,2 mil) nunca chegaram ao seu destino.

Entretando, a mulher revelou à polícia que um Apple Airtag em sua mala apareceu pela última vez como ativo na região de Kathy Court, justamente em Mary Esther.

Os investigadores, então, cruzaram dados dos funcionários do Aeroporto Destin-Fort Walton Beach que moravam nas proximidades de Kathy Court e chegaram até De Luca. 

As investigações concluíram que o rapaz de 19 anos também havia roubado os pertences de um outro passageiro em agosto deste ano. Foram recuperados mais de 15 mil dólares (aproximadamente R$ 77,5 mil) em joias e outros objetos.

“Esta prisão é um exemplo de excelente trabalho em equipe de nossa Unidade de Segurança do Aeroporto, nossos Investigadores e o Aeroporto para encontrar a pessoa responsável por esses roubos e garantir que ele seja responsabilizado”, resslatou Eric Aden, responsável pela investigação, em comunicado divulgado.

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Fonte: IG Mundo

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