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Ajuda humanitária: UE restabelece “presença mínima” no Afeganistão

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 Bloco lançou projetos para reforçar o apoio vital à população
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Bloco lançou projetos para reforçar o apoio vital à população

A União Europeia revelou nesta sexta-feira (21) que começou a restabelecer uma “presença mínima” em Cabul para facilitar a entrega de ajuda humanitária ao Afeganistão .

O porta-voz do bloco, Peter Stano, informou em um comunicado que a presença na capital afegã “não deve de forma alguma ser vista como um reconhecimento” pelo Talibã, grupo fundamentalista que retomou o poder no país em 15 de agosto.

“Nossa presença mínima em Cabul não deve de forma alguma ser vista como um reconhecimento. Isso também foi claramente comunicado às autoridades de fato”, informou Stano.

Em virtude da  grave crise humanitária que o Afeganistão enfrenta, a União Europeia lançou recentemente alguns projetos no valor de 268,3 milhões de euros para reforçar o apoio vital à população local.

Segundo o bloco, a quantia vai reforçar projetos nas áreas da educação, saúde e meios de subsistência dos afegãos, bem como para proteger a saúde pública, inclusive para refugiados, migrantes e deslocados internos.

“Não deixar ninguém para trás é um princípio fundamental do envolvimento da União Europeia no mundo. Hoje, estamos demonstrando o que dissemos muitas vezes: não abandonaremos o povo afegão”, disse Jutta Urpilainen, comissária europeia para Associações Internacionais.

Fonte: IG Mundo

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Soldado russo pede perdão por crime de guerra na Ucrânia

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Procuradoria-geral da Ucrânia divulgou foto com rosto borrado de Vadim Shishimarin, militar russo acusado de matar civil na guerra
Divulgação/Governo da Ucrânia

Procuradoria-geral da Ucrânia divulgou foto com rosto borrado de Vadim Shishimarin, militar russo acusado de matar civil na guerra

O militar Vadim Shishimarin, primeiro russo processado pela Ucrânia por crimes de guerra, pediu perdão nesta quinta-feira (19) por ter assassinado um civil desarmado de 62 anos no início da invasão.

“Sei que você não será capaz de me perdoar, mas eu peço perdão mesmo assim”, declarou o soldado de 21 anos durante uma audiência de seu julgamento em Kiev, dirigindo-se à esposa da vítima, Kateryna Shelipova.

O pedido de desculpas chega um dia depois de Shishimarin ter se declarado culpado das acusações de crime de guerra e homicídio premeditado.

O militar é acusado de matar um civil desarmado com tiros de fuzil em 28 de fevereiro, na região de Sumy, que foi ocupada pelas tropas russas até abril.

Naquele dia, Shishimarin viajava com outros quatro militares em um carro roubado após seu comboio ter sido atacado, perto do vilarejo de Chupakhivka.

Um dos soldados teria então ordenado que o réu atirasse no civil, que passava de bicicleta, para que ele não os denunciasse. A vítima morreu no local, a poucos passos de sua casa.

Em seu depoimento nesta quinta, Shishimarin disse que, em um primeiro momento, se recusou a disparar contra o ucraniano, mas que acabou cedendo após ter sido ameaçado por outro soldado.

Se condenado, o militar, que é de Irkutsk, na Sibéria, pode pegar até prisão perpétua. Questionado a respeito do assunto na última quarta-feira (18), o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou não ter “nenhuma informação” sobre o caso e que as acusações contra a Rússia por crimes de guerra são “falsas”.

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Fonte: IG Mundo

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