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5 tratamentos estéticos mais procurados pelos homens

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5 tratamentos estéticos mais procurados pelos homens
Vitoria Rondon

5 tratamentos estéticos mais procurados pelos homens

Os procedimentos estéticos não são mais exclusividade do público feminino. Os homens também gostam de se cuidar e têm adotado cada vez mais métodos para manter a beleza. Segundo dados de uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) em 2020, a busca por homens que se submetem a cirurgias plásticas subiu de 5% para 30% nos últimos anos.

Homens buscam por procedimentos que valorizam a beleza natural

Os homens buscam por procedimentos que valorizam as características naturais deles, como explica a médica especialista em Cosmetologia Cláudia Merlo. “O público masculino, no geral, opta por tratamentos de prevenção de envelhecimento e rejuvenescimento de forma que não altere muito suas características naturais. Esses tratamentos têm graus leves de dor, porém percebemos na prática que cada pessoa tem experiências diferentes quando se trata de dor. Algumas pessoas suportam mais, outras menos”, explica a médica.

Considerando a alta demanda de homens em busca de procedimentos estéticos , a médica especialista em cosmetologia Cláudia Merlo e o médico cirurgião Paolo Rubez explicam quais são os 5 tratamentos mais procurados pelo público masculino para preservar a jovialidade. Confira!

1. Botox 

A toxina botulínica é procurada para prevenir e amenizar as rugas de expressão, localizadas principalmente na região dos olhos e testa. “A remoção dos movimentos musculares da face resulta em uma redução das linhas de expressão e impede que uma ruga dinâmica se torne uma ruga estática”, explica o cirurgião plástico Paolo Rubez, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

2. Depilação a laser 

A depilação a laser é um método benéfico por ser indolor. A técnica pode ser realizada em diferentes partes do corpo, por isso, os homens podem utilizá-la para fazer depilação facial e controlar o crescimento de pelos no rosto. Além disso, a depilação a laser também ajuda pessoas que sofrem com foliculite , pois faz com que os pelos encravados não voltem a crescer, melhorando a qualidade da pele.

3. Rinoplastia 

Entre as opções de cirurgias plásticas buscadas pelos homens está a rinoplastia. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) o procedimento consiste em uma cirurgia para reparar imperfeições estéticas ou funcional no nariz, como tamanho, formato, harmonização com o rosto, correção da ponta, abertura nasal e desvio de septo.

“Neste procedimento, o médico remodela o nariz do paciente com instrumentos delicados, removendo ou acrescentando cartilagens ou tecidos para obter a aparência desejada. […] O procedimento é realizado com anestesia geral no paciente para uma melhor segurança durante a cirurgia. Após a execução da sutura com técnica adequada, a cicatriz na região nasal se torna imperceptível”, diz o médico cirurgião Dr. Paolo Rubez.

4. Preenchimento facial 

Considerado um dos principais procedimentos estéticos utilizados atualmente, o preenchimento facial. Entre os principais objetivos das pessoas que buscam pelo procedimento está a reposição do volume da face e contorno facial, como explica o Dr. Paolo Rubez.

“O ácido hialurônico hidrata e traz vitalidade à pele , pois atrai moléculas de água entre as células. Nos tratamentos estéticos, essa substância é usada como preenchedor, pois proporciona volume às áreas tratadas, melhora o contorno facial e promove uma aparência mais harmônica”, diz o médico cirurgião.

5. Peeling químico 

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), o tratamento com peeling químico consiste na aplicação de solução química na pele. Ele provoca a separação, descamação e o surgimento de uma nova pele mais lisa e menos enrugada. A técnica pode ajudar a tratar rugas, cicatrizes de acne, manchas de sol e flacidez.

Fonte: IG Mulher

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O desafio de permanecer no mercado de trabalho depois dos 50

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O mercado de trabalho não costuma ser amigável com profissionais de meia-idade
Marcos Santos/USP Imagens – 19.02.2016

O mercado de trabalho não costuma ser amigável com profissionais de meia-idade

Experiência, conhecimento na área, tempo de trabalho. Nada disso conta na decisão da maior parte das empresas na hora de escolher qual funcionário ou funcionária demitir para diminuir perdas, aumentar lucros ou, simplesmente, atingir metas. A partir dos 50 anos nos tornamos presas fáceis na hora do corte de vagas. Por isso, é cada vez mais comum vermos pessoas como nós engordando as estatísticas do desemprego no Brasil. Se por um lado somos jovens para a aposentadoria, por outro somos velhos (e caros) para o emprego formal.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que apenas a faixa etária de 50 anos e mais apresentou saldo negativo nos dois anos de pandemia de Covid-19. Em 2020, foram fechados quase 500 mil postos de trabalho ocupados por pessoas 50+. Enquanto em 2021 os dados começaram a melhorar para as outras faixas etárias, a nossa seguiu negativa com o fechamento de outros 76 mil vagas.

“A decisão das empresas é meramente econômica”, explica o gerontólogo Jorge Félix, professor da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em economia da longevidade. Um fator muito relevante nesta escolha, destaca, é o plano de saúde, que passa a ser mais usado a partir da meia-idade.

A ÚNICA ALTERNATIVA

A fragilização da segunda metade da carreira é um fenômeno do mundo globalizado. Segundo Jorge Félix, os países escandinavos resolveram melhor essa questão adotando uma legislação rígida para o mercado de trabalho. Entre as medidas implementadas pelos governos da Suécia, Noruega e Dinamarca estão a adoção de incentivos fiscais para empresas que mantêm empregados por mais tempo e limitações na rotatividade.

O cenário atual em um país como o Brasil é desafiador não apenas para governo e formuladores de políticas públicas, mas também para cada uma de nós. Mesmo os que já conseguiram se aposentar, como eu, não querem e, na maioria das vezes, não podem parar de trabalhar. Por isso, é necessário pensar no que fazer daqui por diante, caso você seja ou já tenha sido a bola da vez no corte anunciado pela empresa na qual trabalha ou trabalhou.

“Não tem saída”, diz Jorge Félix. “As pessoas vão ter que continuar estudando, se qualificando. Se a gente não se qualificar cada vez mais será mais difícil”, aconselha o professor da USP.

Esse é o momento, minha gente, de pensar em algo que você sempre quis fazer e nunca encontrou tempo para colocar em prática. Matricule-se naquele curso rápido, improvise, ouse. Atualize-se! Quem sabe assim, mesmo desempregada, você consegue continuar pagando a contribuição do INSS e as contas do mês que nunca param de chegar.

Assista à minha conversa com o professor Jorge Félix no Pirações da Meia-Idade.


Fonte: IG Mulher

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